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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Paul McCartney no RJ - Eu faço parte dessa história

E segunda foi o show do Paul. Só que de sir Paul McCartney você não espera um simples show. Você espera fazer parte da história. E assim que foi.



Começando do começo, palmas para a organização! Eu estava completamente desconfiada de que pegar um trem da Supervia às 6 da tarde de uma segunda-feira poderia não ser, assim, um boa ideia. Eu só pensava em não perder minha dignidade no trem, e todas as pessoas tinham alguma história horripilante pra contar sobre o trem. Mas o Zeca ouviu que haveria operação especial para o show, e lá fomos nós. Não só havia operação especial, como havia trens exclusivos para o show, indo direto para o engenhão. Fui sentadinha, na maior dignidade, e até dormi no caminho.

Chegando no Engenhão, era só atravessar um passarela e entrar na fila, que àquela hora, estava bem pequena. Entramos no estádio com tranquilidade e nos sentamos no chão (nosso ingresso era de pista) bem próximo à grade que separava a área vip do resto da pista. Aqui, um pouquinho de decepção: a área vip não era tão vip assim e era enooooorme, fazendo com que a pista comum ficasse bem longe do palco. Ainda precisávamos esperar umas 3 horas pelo início do show, e a ideia era ficar sentada tanto quanto possível, pra evitar as dores no joelho/coluna que experimentei no show do U2. Lá pelas tantas a pressão do povo fez as pessoas levantarem. Mas aí eu percebi que a faixa etária que curte Paul é bem diferente da que curte U2. Ou bem mais velhos, ou gurizada. E ali na pista os velhinhos eram poucos, o que nos deixou à mercê de adolescentes fumando maconha, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita maconha, jogando fumaça na cara de todo mundo e se achando os donos do mundo. Muuuuuito empurra-empurra, tanto que estava quase desistindo de ficar lá, estava quase querendo ir embora do show, porque não tava dando pra aguentar a marofa e os ímpetos adolescentes da massa.

Mas aí o show começou. Com pontualidade britânica - o que mais poderia esperar? - sir Paul entrou no palco às 21:30 e logo ganhou o público com sua simpatia, falando português e, principalmente fazendo o que ele sabe fazer há zilhares de anos: um autêntico show de rock. Sua vitalidade e a naturalidade com que ele sobe ao palco são realmente contagiantes! Foram 33 músicas, em 2h30 de show.

O que marcou pra mim? Let it be, for sure! Eu só fui neste show pra ouvir Paul McCartney cantando Let it be. Foi demais, chorei de emoção (sim, eu choro em shows, tudo bem? Me deixa!!!)! E, pra me matar do coração, na sequência de Let it Be entrou Live and Let Die, e, muuuuuitos fogos de artifício. Ah também teve muito "na na na na na" em Hey Jude. Teve sgt. Peppers, teve Imagine. Teve muita coisa. Teve a história ali na frente dos meus olhos, e eu fiquei extasiada de ver um Beatle tocar, ali, na minha frente.

Iria de novo? Sem dúvida. Mas agora já poderei contar aos meus filhos e netos (que certamente curtirão Beatles): Eu fui no show do Paul McCartney; eu fiz parte desta história!

PS.: Por que eu queria tanto Let it Be? Por isso:


Got it?

sábado, 7 de maio de 2011

E o show do U2, hein?


Apesar de a minha vida estar virada do avesso entre estudos (=/) e viagens (=D), precisei arrumar um tempinho pra compartilhar com vocês os momentos intensos que 2011 vem proporcionando. Eu levei uns dias até conseguir concatenar a emoção que foi o show do U2. Não foi um show. Foi um espetáculo. Foi uma coisa fora do comum.

Começando do começo. Saímos do Rio no sábado de manhã. Nós e a torcida do Flamengo, todos rumo ao Morumbi. Detalhe irrelevante para a história: estavam no nosso avião Michel Telo e sua trupe (aka “fugidinha”). Pensei: pqp, essa merda vai cair. Mas não caiu, ufa! Chegamos em são Paulo, deixamos as coisas no hotel e lá fomos nós, umas 14h, pro Morumbi. O taxista nos deixou no Portão 2, mas o fim da fila estava láaaaa do outro lado do estádio. Enfim, pensei eu, não havia nenhuma pretensão em ficar perto do palco, eu já tinha desistido disso há muito tempo, visto que tinha gente acampada há dias em frente ao estádio, e a grade que separava a pista do Red Zone (área vip) certamente seria tomada por estas pessoas e pelas outras milhares que estavam na nossa frente na fila. O portão abriria às 16h, então tínhamos ali 2h de fila pra encarar, depois mais 4h dentro do estádio até o início do show de abertura. Ali na fila conhecemos a Luísa e a Fernanda, que no fim viraram nossas amigas de infância naquelas longas horas de espera até o show. Também teve a ativista do Greenpeace que veio nos pedir pra assinar uma petição contra a energia nuclear. Opa, bateu na porta errada. Os argumentos dela caíram um a um, tadinha... Também aproveitei que o sol estava a pino e comprei uma capa de chuva de R$5,00. porque, sinceramente, eu tinha certeza de que ia chover! Surpreendentemente, os portões abriram antes das 16h. A fila andou bonitinho (ponto pra organização), não implicaram com a nossa mochila (que tinha casacos e bolachas), só tivemos que nos desfazer da garrafa d’água. Mas quando entramos no estádio, ah meu Deus, quando entramos no estádio! Eu fiquei uns 5 minutos tendo uns chiliques: nós estávamos DO LADO DO PALCO, NA GRADE QUE SEPARAVA A PISTA DO RED ZONE!!!!!!!!!!! Ah, eu quase chorei! Pra quem estava conformada de vê-los pequenininhos, ou só pelo telão, aquilo era DEMAIS! Eles iam tocar ali, do nosso lado, pertinho, ia dar pra ver a cara deles (Pausa: neste ponto, quem não é fã – de alguma coisa, não necessariamente do U2 – deve estar pensando “que babaca essa guria”. Bom, pra esses, a porta da rua é a serventia da casa. Fim da pausa). Passado o êxtase inicial, mais 4 horas de espera. Primeiro conseguimos sentar no chão, por mais ou menos 1 hora. Depois, foi enchendo e não deu mais pra ficar sentado, então ficamos em pé, ali, esperando. O show de abertura, da banda inglesa Muse estava marcado pras 20h. Pois 19h55 as luzes apagaram e a banda entrou (mais um ponto pra organização). Nessa hora começou a chover (e vocês podem imaginar o tamanho da valorização das capas de chuva!). O show da Muse foi muuuuuito bom, eu nem conhecia, mas já passei a gostar. Eles fizeram uns 40 minutos de show. Depois disso, mais 1 hora de espera para a troca dos instrumentos e preparação do palco (que estava empoçando água até dizer chega). E, lá por 21:45 começou a tocar “Trem das Onze”. Foi mais ou menos quando a chuva parou. Depois a luz apagou um por umas ‘janelinhas’ no telão, eles apareceram!!! Histeria total, todo mundo pulando e gritando. Aí com a injeção de adrenalina, tudo passou: as dores nos joelhos e nas costas, o cansaço, a sede, e a partir de então foram mais de 2 horas em outra dimensão. Nós pulamos, cantamos, gritamos. Teve tantos pontos altos no show que eu não sei se consigo enumerar tudo... Pra mim a hora mais emocionante foi quando tocou Walk On e, na sequência, One (pra quem não sabe o porquê destas músicas mexerem tanto comigo: eu tenho 3 tatuagens. A primeira, um singelo “Love” na nuca, era pra ser “Love, the higher law”, que é um trecho de One. A segunda, é “Walk on” tatuado no pé. Walk on foi a música da minha formatura. Ela representa um momento de transformação muito profunda pra mim. Meu mantra é “walk on, what you’ve got they can’t deny it, can’t sell it or buy it” – algo como “siga em frente, o que você conseguiu ninguém pode negar, vender ou comprar”). Chorei, sim. Também teve a hora, em “Where the streets have no name” que todo mundo encheu balões nas cores da bandeira do Brasil. No final, todos soltaram os balões, que voaram pra cima do palco, foi muito bonito! O telão em 360° era uma atração por si só. A definição era tão alta que dava pra contar as rugas na cara do Bono! Teve também a hora em que o Bono puxou uma menina pro palco... Aí eu pensei “aí está a sutil diferença entre pagar R$200 e R$1000 por um ingresso...”.

Enfim, eu consegui entender perfeitamente porque eles vendem 90 mil ingressos pra três shows, e lotariam aquelee estádio pra mais quantos shows eles quisessem fazer. Foi, sem dúvida, o show da minha vida. E, com certeza, estarei no próximo, na pista vip!
A hora de ir embora foi tranqüila, a saída do estádio foi rápida (mais um ponto pra organização), apesar de um temporal começar a desabar tão logo saímos de lá. Além de tudo, ainda ganhamos uma carona da Luísa e da Fernanda, pouco queridas?? (não queiram saber quanto os táxis estavam cobrando!!!).
Chegando no hotel, tomei o melhor banho da minha vida e capotei. Passei uma semana meio quebrada, mas na certeza de que repetiria tudo outra vez!

E, agora, adivinha? Vamos assistir Paul McCartney no dia 23, já estamos com o ingressos para ver Drexler no Rock in Rio (sim, eu vou no Rock in Rio só pra ver Drexler, me deixa!!!!) e tô só esperando abrir a venda de ingressos pro Pearl Jam! Definitivamente, 2011 é o ano dos shows!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Show da Amy Winehouse no RJ - Eu fui! Tá, e daí?

Tudo muito bom, tudo muito bem, e eis que 2011 promete com shows internacionais. Só do meu interesse, no primeiro semestre teremos Amy Winehouse, U2 e Kate Nash (que não poderei ir por causa de uma prova no mestrado).
Excitante não é mesmo?
E ontem começou a brincadeira: Show da Amy no HSBC Arena.

Primeiro vou falar logo do show que eu acho que é o que todo mundo quer saber.

O show de abertura começou com meia hora de atraso, o que eu considero aceitável. Confesso que não estávamos esperando muita coisa. Várias pessoas haviam comentado que o show de abertura era muito bom, mas, afinal fomos lá para ver a Srta. Amy Winehouse. Olha, que show excelente foi aquele. Anotem aí: Janelle Monae.
Que voz! É uma jovem negra e bem magrinha, você olha e pensa "mmm qual é a dela?". Mas quando começa cantar, meu amigo, que voz!
Ela levantou a galera com um show um pouco dançante, um pouco intimista. Mesmo sem conhecer nenhuma música que ela cantou na sua quase uma hora de apresentação já virei fã e quero saber mais dessa moça.



Depois de um show desse nível, a expectativa estava alta. Afinal, lembro, estávamos ali para ver Amy Winehouse. Mais meia hora de espera para a troca de instrumentos de um show pra outro. Espera aceitável novamente.
A banda entrou e em seguida veio ela: baixinha, franzina, cabelão-juba devidamente armado, vestido tubinho curto e decotado: miss Amy Winehouse!! Aparentemente sóbria, arrepiou a platéia abrindo com Just Friends e, em seguida, emendou Back to Black botando abaixo a platéia.
Beleza, tudo muito bom, tudo muito bem, ela interagia com a platéia, dava umas dançadinhas estranhas e se auto-abraçava sem parar. Tudo dentro dos conformes.
Mas aí ela engatou uma sequência de músicas deprê menos conhecidas do público e começou a beber sem parar. Lá pelas tantas ela começou a andar desorientada pelo palco. Volta e meia cochichava alguma coisa pro baixista ou se enganchava no pescoço do backing vocal. Backing vocal que, aliás, em um determinado momento que Amy saiu do palco, assumiu o microfone e deu show cantando duas músicas.



Daí em diante a coisa degringolou... Não era a platéia que cantava com ela. Era ela que tentava cantar com a platéia. Nos primeiros acordes de Rehab a galera foi à loucura, mas esfriou logo, quando nem da sua música mais conhecida ela conseguia lembrar a letra toda. Não que ela "não cantasse" a música: ela ficava gemendo qualquer coisa no microfone e volta e meia ela largava um "no-no-no" ou um "go-go-go". Em duas músicas ela parou e pediu desculpas por ter errado e esquecido a letra. Numa dessas ela não cantou mais e resolveu apresentar a banda. Em alguns momentos, ela andava cambaleante pelo palco e ai ficávamos tensos: "será que ela vai embora sem mais nem menos"?
Os backing vocals seguravam o que dava, a banda tentava se ajustar ao ritmo que ela cantava... Achei que ia embora sem ouvir Valerie, mas ela cantou até que razoavelmente bem, num arranjo que, confesso, não me agradou muito.

O show acabou, o povo pediu e ela voltou. E finalmente tivemos o ponto alto do show. Sim, o bis foi a melhor parte do show! Ela voltou outra (seja lá porque) e cantou músicas mais conhecidas. Pelo menos assim saímos menos desapontados de lá.

E sabe o que me deixava com raiva: a platéia dando moral, aplaudindo e gritando "uhuuu" quando ela esquecia a letra, cambaleava ou fazia outras merdas no palco. Eu não dei moral. Não aplaudi. Não gritei uhuuu. Porque eu não fui lá pra ver uma pessoa se chapando e grunhindo no microfone...
Ok, ok, vocês vão me dizer em coro "eu aviseiiii". Sim, gente, eu sabia desde o início que era um investimento de risco. Mas foi só por causa da má fama da moça que a decepção não foi maior. O que me chateou de verdade foi o fato de não ter curtido o show como deveria. Depois que ela começou a dar sinais de que estava bêbada/chapada DEMAIS eu fiquei tensa o tempo todo achando que a qualquer momento ela ia dar algum tipo de vexame e encerrar o show (que já é curto e durou menos de 1h30) mais cedo.

Enfim, resumindo, pontos altos:
- a excelente abertura da Janelle Monae;
- a banda e os backing vocals da Amy;
- o bis;
- o vozeirão da moça, que, justiça seja feita, ela não faz o mínimo esforço e aquele vozeirão simplesmente inunda o ambiente!

O quinto ponto alto, que eu acredito que mereça muito destaque, é a estrutura do HSBC Arena para este tipo de evento. Pra vocês terem uma ideia: chegamos lá umas 19:45 (o show estava marcado para 20:30). Estacionamos a uns 5 minutos da entrada. Tinha uma fila grande para entrar, mas andou muito rápido. Os acessos aos diferentes níveis são feitos por rampas muito largas, o que dá grande vazão ao público. Cerca de 20h já estávamos sentados. Todos os níveis têm bar com bebidas e comidinhas (tipo pizza, cachorro-quente e pipoca) e banheiros grandes. Incrivelmente não tinha fila no banheiro feminino quando precisei ir.
Além disso, o espaço é democrático: por ser bem vertical, não há muita diferença de distância com relação ao palco para quem fica no nível mais alto (nosso caso, e, graças a Deus, era o ingresso mais barato, porque, seu eu tivesse empenhado muito dinheiro nisso estaria mais frustrada ainda) para os demais níveis. Claro, quem fica na pista vê bem mais de perto.
Na hora de ir embora, não houve espera, como as rampas de acesso são muito largas, todo mundo consegue sair ao mesmo tempo, sem stress nem empurra-empurra.
Eu já tinha ido lá para o show da Alanis, e também foi super tranquilo.
O único problema é que é loooooooooooooooooooooooonge. Pra vocês terem uma noção, fica a cerca de 34 km da minha casa (isso tudo dentro da cidade, ok?).

Bom, acho que é isso. Valeu a pena? Sim valeu, porque do jeito que a moça tá no fiapo, não sei se dura muito...
Pra quem ainda vai aos próximos shows: não desanimem, mas também não vão com uma expectativa muito alta. E curtam muito a Janelle Monae (virei fã!).

Algumas fotos eu peguei no Ego, outras eu joguei no google mesmo.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Para Tudo!!!!!

E não é que querer dessa vez foi igual a poder??

Atualizando o post abaixo: eu não só QUERO MUITO, como VOU NO SHOW DO U2!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Tô que nem pinto no lixoooooo! hahahha

Confesso que eu já tinha até desencanado, porque em 2006 foi uma derrota (uma madrugada inteira tentando comprar ingresso no site e no telefone, sem sucesso...). Quando liberaram a venda de ingressos no dia 7, às 23h o site já não carregava, sendo que a venda começaria só meia noite. Entre 0h e 1h30, nada, nada... Finalmente, quando consegui entrar no site, tudo esgotado. Pensei "relaxa, isso já era previsto...".

Mas, nem tudo estava perdido! Um colega do trabalho, que estava de férias, foi pra um dos pontos de venda aqui do Rio e conseguiu comprar. Simples assim!

(Escrevendo o post e assistindo ao Go Home, que é pra entrar no clima)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Amy Winehouse no RJ - EU VOU!

Pra dar uma relaxada e desencanar um pouco dessa violência toda, resolvi investir em papéis de alto risco (quase uma mestranda em administração que sou - aliás, resultado da seleção sai sexta!).

Explico: comprei 2 ingressos pro show da Amy Winehouse!!!!
Por que são papéis de risco? Não entendeu? Clique aqui, ou aqui.


To feliz, eu adoro a voz dessa louca.
Quer garantir seu ingresso? Clica na imagem!


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Hairspray

Ontem fomos ao teatro, ver Hairspray.


Sensacional!!!!!

Aqui tem um link para ver um trechinho da peça (gravado com câmera fotográfica, mas dá pra encarar)


Muito bom! Muuuuuito bom!!!

domingo, 28 de junho de 2009

INCREÍBLE

Mais uma vez atropelando a sequência dos acontecimentos, mas estou completamente extasiada e abobada neste exato momento em que chego em casa após o estupendo show do meu queridíssimo Jorje Drexler!

Eu quis sentar e escrever logo sobre isso, com medo de perder as palavras, mas infelizmente estas palavras não existem.

Foi lindo, lindo!

Ele interage muito com o público, conta histórias, envolve a todos, em um muito bem falado português.

Enfim, estou ainda fora do corpo, numa sensação de que isto tudo não foi real.

Registramos a nós mesmos e a ele neste 'increíble" show que nunca mais vai sair de mim.
Mais uma marca eterna, esta na minha alma.









E esta sou eu, neste exato momento em que escrevo, ainda "surtadinha" e meio "panda", porque é claro que eu chorei quando ele cantou "Todo se transforma"

Meus amigos, Drexler toca em Porto Alegre semana que vem, sendo que a primeira seção já esgotou os ingressos e foi aberta um seção extra.
Quem for, saiba que é um dinheiro muito bem investido, na minha humilde opinião de fã!

Ah, e pra terminar, mais uma foto que tiramos hoje, pra vocês irem se acostumando com meu cabelinho novo ;)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Eba eba eba!!!

Do Bloger Lerina:

"Um dos maiores compositores de sucesso da atualidade, Nando Reis, volta à ativa com o disco Drês. O novo trabalho do roqueiro, gravado e assinado com o grupo Os Infernais, presta homenagem à várias mulheres. Para a filha Sophia, escreveu Só para So, para a mãe Cecília, Conta, e para a ex-namorada Adriana, as canções Driamante, Drês e Hi, Dri.

Quem dá uma mão no álbum do ruivo é a cantora Ana Cañas. A paulista solta a voz em uma faixa de Drês, que chega às lojas em junho pela Universal Music. Para retribuir a ajuda, Reis compôs uma música para o novo disco da moça. Os fãs, ávidos por novidades do ex-titã, devem escutar o próximo álbum de Erasmo Carlos - mais especificamente as faixas Um Beijo É um Tiro e Mar Vermelho, compostas em parceria entre os dois.



Para aqueles que estão afim de curtir as novidades de Nando Reis, pode passar no Teatro do Bourbon Country no dia 22 de julho, às 21h.

A primeira faixa de trabalho de Drês, Ainda Não Passou, está circulando na internet. Clique aqui para baixar um trecho da canção. Veja a letra abaixo:

Triste é não chorar
Sim, eu também chorei
E, não, não há nenhum remédio
Para curar
Essa dor
Que ainda não passou
Mas vai passar
A dor
Que nos machucou
E, não, não há
Nenhum relógio
Para fazer voltar
O tempo
Voa

Eu não suporto
Ver você sofrer
Não gosto de fazer
Ninguém querer
Riscar o seu passado
E o que passou, passou
E o que marcou, ficou
Se diferente eu fosse
Será que eu teria sido amado
Por você?"

Já conferi: shows do Nando Reis dias 19 e 20 de junho aqui no Rio!!!!
CERTEZA que eu estarei lá!!!!!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Quase, quase!

Olá meus amigos!

Bom, acho que já faz um tempo que não passo por aqui.
Inclusive, quando cheguei para escrever este post, tive que primeiro espanar toda a poeira deste blog, que já estava ficando grossa!

Seguinte: muitas novidades!!!!
E, dessa vez, todas boas!

Primeiro, não sei se alguém já percebeu, mas FALTA UMA SEMANA PRO CARNAVAL!!!
(novidade, não?)
Enfim, a tão sonhada "liberdade condicional"! Sim, porque no dia 2 tenho que me apresentar novamente "às autoridades" e retomar a rotina de trabalhos forçados quebrando pedras debaixo de sol a pino.

Mais: terminei minha monografia! Dá pra acreditar?
Na verdade eu terminei ela no dia 2 de fevereiro (o prazo pra entrega pros orientadores é dia 27 de fevereiro!) Mazaaaaa.
Dai ela já voltou pra mim com comentários, e estou trabalhando nas melhorias. Na real essa "arrumação" geral só precisa ser entregue dia 6 de março, mas pretendo me livrar disso nesta semana pré carnaval. Eu já poderia ter terminado isso, mas tá difícil arrumar disposição pra sentar e escrever. Estou tão exausta de escrever que este é um dos motivos pelos quais este blog anda às moscas.

Na mesma semana que entreguei a versão inicial da monografia, achei que deveria me dar ao luxo de um pouco de entretenimento. Assim, eu e mais dois colegas fomos ao show da Alanis!! Que vai merecer um post exclusivo assim que eu pegar as fotos com o Daniel. Mas adianto que foi incrível!

Bom, ainda tem uma prova quarta-feira, e eu não consegui estudar mais do que meia dúzia de páginas, porque simplesmente não consigo mais me concentrar!!! Só consigo pensar em reencontrar minha família e depois: Buenos Aires!!!

Por hora, pra me distrair, tenho assistido muitos filmes. Acho que já assisti mais filmes este ano do que em todo ano passado! Sério!!
Ontem fui ver Operação Valquíria. fui mais porque o Tom Cruise e a família (incluindo sua fofíssima filha Sury) estiveram aqui no Rio e foram extremamente simpáticos com todo mundo. Mas o filme é bem meia boca, infelizmente.

Semana passada fui ver O Leitor, com a Kate Winslet. Fantástico!!!!
O próximo da lista vai ser Slumdog Millionaire, que eu acho que estreia essa semana.

Também estou querendo ver Dúvida...

Ah, um filme que eu assisti esses dias, que não é exatamente novo, mas que vale para aquele dia cabisbaixo... não tem como ficar parado ou não cantar junto: Mamma Mia! (e só de pensar no filme já vem na cabeça "mamma mia, here I go again, my my, how can I resist you?") Dá só uma olhadinha no trailer e me diga se não dá vontade de sair dançando pela casa??



Ah, teria tantos filmes pra comentar... Eu queria ter feito um posto só sobre filmes, mas eu não anotei quais assisti e agora já me perdi...

Bom, eu teria que estudar, mas, não sei, acho que vou dar um jeito de resolver isso entre segunda e terça. Até porque dormir não tem sido uma atividade muito frequente para mim...

E então, meus amigos, o que vocês me contam? Onde vão passar o carnaval??

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Cadê a parceria?


Estou a catar parceiros para um BELO show de Fito Paez, a acontecer dia 11 de setembro (uma quinta) no Canecão Petrobras (e, antes que me perguntem, não, eu não tenho desconto, nem barbadas, nem ganho nada com os shows do canecão "petrobras"! Bem que podia, sim, rolar um descontinho... mas não rola...).

Será show de gravação de DVD e contará com a participação de convidados especiais.

"O músico argentino antecipou, em entrevista exclusiva a Zero Hora, que, neste show, se apresentará apenas ao piano e receberá vários convidados no palco. Entre os nomes confirmados até agora estão os de Milton Nascimento e Vanessa da Matta."

(Adivinha se eu não li sobre o show dele NO RIO na Zero Hora! Vai ter jornal bom assim lá em Porto Alegre! hahahaha)

Showzaaaaço!
Quem se candidata a conferir?

Fiquem com uma das minhas preferidas:

11 Y 6 - Fito Paez
"En un café, se vieron por casualidad
cansados en el alma de tanto andar,
ella tenía un clavel en la mano.
Él se acercó, le preguntó si andaba bien,
llegaba a la ventana en puntas de pie,
y la llevó a caminar por Corrientes.

Miren todos, ellos solos
pueden más que el amor y son más fuertes que el Olimpo
Se escondieron en el centro y en el baño de un bar,
sellaron todo con un beso.

Durante un mes vendieron rosas en La Paz,
presiento que no importaba nada más
y entre los dos juntaban algo.
No sé por qué, pero jamás los volví a ver.
Él carga con 11 y ella con 6,
y, si reía, le daba la luna.

Miren todos, ellos solos
pueden más que el amor y son más fuertes que el Olimpo
Se escondieron en el centro y en el baño de un bar,
sellaron todo con un beso."

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Loading......................

Uma pessoa insatisfeita sempre está disposta a agir.
E assim, cá estou eu com minha querida internet banda larga!
Ahhhhh, a internet!

Foi necessária uma derrota na queda de braço entre nós, reles mortais consumidoras, e a lerdeza típica do setor de serviços do Rio de Janeiro. Aliás, isto daria um capítulo a parte.
De qualquer forma, descobri que a Oi consegue ser mais lerda que a Brasil Telecom - queridos conterrâneos, rezem pra que a Oi não tome conta por aí. Eu pensei a respeito e acho que a empresa poderia se chamar "Tchau". Mas não sei se ia colar....

Anyway, novamente conto com as facilidades da vida moderna!
Pensando sobre este período de trevas informativas, cheguei à conclusão que um pouco de alienação não faz mal a ninguém.
Isto porque, não sei se cheguei a comentar, mas minha preciosa TV branca de cerca de 8" não me acompanhou na empreitada carioca, sendo que, desde que saí do hotel pra habitar meu novo lar, não mais entraram ondas televisivas na minha mente.
Fora isso, não tenho comprado jornais, e tenho feito questão de, nas horas livres- poucas-, ler coisas que esvaziem a minha cabeça.
Desde então, não existe mais dengue - calma gente, nem por isso abandonei o repelente! - nem violência no Rio de Janeiro. Quando muito escuto algum comentário futebolístico ou sobre o caso da menina Isabella. É o máximo de informação que tenho recebido, e tenho vivido muito bem assim, sem política nem economia, com um pouco de ignorância, sim!

Um viva para a ignorância consentida!

Porém, apesar de o setor de serviços de uma das mais visitadas cidades deste país ser um lixo, as opções culturais me deixam zonza. Até Tangos e Tragédias já se apresentou aqui desde que cheguei. Logo na primeira semana também teve show do Nando Reis, e me cortou o coração não poder ir. Uma porque eu estava ainda completamente perdida na cidade e outra porque era lá Barra da Tijuca, e acreditem, isto é muito longe.
Semana passada, para minha surpresa (já que em Porto há cerca de um show do Nando Reis por ano!), novo show dele, desta vez em um teatro na praia do Flamengo, umas 15 vezes mais perto que a Barra! E lá fui eu me deleitar........ e ter certeza de que irei em mais quantos shows dele conseguir! Aí vai a única foto não tremida:
Bom, agora já sou uma habitante de Copacabana, e dentro das vantagens de morar aqui há que se citar a proximidade com a praia de Ipanema. Como não canso de dizer, um lugar muuuito feio...
Apenas duas ressalvas:
1) Toda vez que alguém diz "vamos pra Ipanema" ou algo do gênero, começa a tocar Garota de Ipanema na minha cabeça. É.... um dia eu hei de superar.
2) O mar é EXTREMAMENTE violento. Sério. Eu nunca tive medo de água, pra desespero da minha mãe. Mas aqui não dá. Na primeira - e última - vez que entrei no mar de Ipanema, tomei três caldos consecutivos. No terceiro eu já nem estava mais preocupada se meu biquini ainda estava lá pra contar a história. Eu achei que não ia mais sair de lá. Pra completar, quando pensei "agora vai", uma derradeira onda me deu uma rasteira e caí de bunda no chão. É que já não bastava de humilhação!
Mas que nada, só uns dois quilos de areia dentro do biquini (que resistiu bravamente!) e um belo torcicolo ao longo da semana!

Ah, matei um pouco da saudade do Sul!
Me decepcionei com a falta de frio! Pô, 28ºC não dá!
Mas também confesso que não fui uma visitante exemplar, e me entoquei em casa...

No mais, tudo correndo dentro do esperado.
Voando em velocidade de cruzeiro!

Amigos, desculpem se este post foi cansativo, mas as novidades eram muitas!
Pretendo ainda rechear melhor este blog com fotos, mas que quero escolher cuidadosamente.
(por enquanto cobertura de imagens mais generosa no Orkut)

E a trilha desta vez não poderia ser outra:
"Estranho é pensar que o bairro das
Laranjeiras satisfeito sorri
quando chego ali
e entro no elevador
Aperto o doze que é o seu andar
não vejo a hora de te reencontrar
pra continuar aquela conversa
que não terminamos ontem
ficou pra hoje..."
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