Mostrando postagens com marcador just fun. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador just fun. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Bem-vindos de volta. Bem-vinda de volta

Voltei!

“Mas assim, sem mais, sem dar uma satisfação? Fica quase dois anos sem postar nada e agora volta assim?”

Sim!

Nos últimos tempos quem me acompanha sabe que eu vinha postando sobre vida saudável e receitas no Saudando. Mas agora eu voltei aqui pro meu cantinho, que nunca deixou de ser meu e de vocês. Me perdoem a ausência, meus amados meia dúzia de leitores fiéis. Aliás, foi um e-mail de uma das minhas leitoras mais queridas e assíduas que me fez repensar e reabrir este espaço aqui.

Vou puxar alguns posts do Saudando pra cá pra me ajudar a contar um pedaço da história que ficou por lá neste período. E, a partir de hoje, sem compromisso nenhum com regularidade, mas com algum compromisso com a qualidade, espero vocês aqui, com um chimarrão, um café, um coco gelado. Eventualmente postarei receitas também. Logo vou postar aqui as minhas preferidas.

Bem-vindos de volta. Bem-vinda de volta.

E vamos que vamos! Que tal começar do recomeço?
Escolhi este momento para retomar minha veia blogueira e esta escolha não se deu ao acaso. Esta foi uma semana de datas importantes pra mim. Dia 18/05 fez 12 anos que eu saí da casa da minha mãe pra ganhar o mundo. E ontem, dia 21, fez um ano que eu resolvi mudar radicalmente a minha vida e cuidar mais de mim, da minha saúde, da minha cabeça e do meu corpo.

Mesmo com todas as reviravoltas da vida em 365 dias (que não foram poucas, porque se tem uma coisa que não falta na minha vida, é emoção), eu segui firme neste caminho que hoje já considero um estilo de vida e uma escolha natural. O aprendizado foi e continua sendo muito grande, assim como a evolução e os resultados.
Hoje eu agradeço, sim, ter começado há um ano. Hoje eu agradeço aquele bendito sanduíche que comi no aeroporto de Campinas, cheio de maionese, e agradeço por ter passado mal. Agradeço aquele dia de molho em casa que me fez repensar e rever tudo, todas as escolhas que eu estava fazendo conscientemente, ou não, naquele momento.

Tive fases boas e ruins. Fáceis, difíceis e muito difíceis.

Mas hoje, quando um obstáculo se apresenta, eu sei que a comida não é a solução e nem a resposta. Mesmo quando o controle me foge um pouco, consigo retomar rapidamente o equilíbrio. E agora já me permito umas escapadelas conscientes, sempre buscando que seja algo feliz e prazeroso, e não carregado de culpa. Acho que estou me saindo bem.

Além disso, tem minha queridinha, meu divã, minha amiga e conselheira. A corrida. Eu caí feio e aprendi muito sobre meus próprios limites com ela. Mas, no momento em que mais precisei, ela foi a minha grande companheira. Ela não me deixou desistir de mim. Quando eu achava que não ia ter forças e nem cabeça pra nada, eu simplesmente saía pra correr. Virada, chorando, sem esperança, com o peito doente. Eu simplesmente corria. E hoje estou aqui, um ano depois, genuinamente grata  por ter começado isso tudo, grata pelas alegrias, pelos resultados e também por todas as dificuldades que passei, pois foram elas que me mostraram que eu sou forte o suficiente para passar por tudo sem desistir do mais importante.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Free as a bird

É engraçado como acontece esse processo de uma nova tatuagem. De repente surge aquela "coceirinha". Pronto: vou fazer outra tatuagem! Desta vez, começou com uma vaga noção: alguma coisa sobre liberdade. Finalmente, eu sabia que não seria uma palavra. É, chegou a hora do meu primeiro desenho. E, é claro, eu queria algo grande e ousado. Mas delicado. Preto e cinza. Nas costas. Atravessando, de um lado a outro. Liberdade... asas? Não, muito clichê!

Pensa, pensa, pensa....

E, um belo dia: é isso! Andorinhas! Várias! Só a silhueta, preta. Saindo de uma gaiola!

Assim, como se fosse uma certeza de toda uma vida, a ideia ganha forma, tão clara como se sempre estivesse ali!

Essa coisa toda do tema "liberdade" veio durante o processo de elaboração da minha dissertação. Por dois pontos de vista. O primeiro, mais óbvio, é a iminente liberdade adquirida terminando o mestrado. Nada mais de aulas à noite. Nada mais de finais de semana estudando, nem mais a angústia de não saber se darei conta, nem de achar que vou me decepcionar e decepcionar os outros. Enfim, um compromisso a menos.
O outro, menos visível e mais inesperado, é a liberdade que o conhecimento proporciona. Eu tive tantos momentos de epifania e iluminação ao longo de todo esse processo, que eu sinto que todo um novo mundo se abriu pra mim. Além disso, tem o viés da superação pessoal. O assunto que eu escolhi era uma grande barreira pra mim. E agora, sinto que, se eu consegui superar isso, aprender habilidades completamente novas e mudar minha área de atuação profissional, nada me segura! Hoje me sinto muito mais confiante e capaz.

Mas não é só isso. Isso é só um pedaço. Hoje me sinto plena como profissional, mas também como pessoa. E isso tudo é liberdade. Foi isso que eu marquei na pele. O meu renascimento. Minha volta por cima.

Eu saí da gaiola. E agora quero voar!


"Gente que mantém
pássaros na gaiola
tem bom coração.
Os pássaros estão a salvo
de qualquer salvação."

Paulo Leminski




Esta lindíssima foto é claro que foi feita pelo meu fotógrafo preferido Régis Arima Junior.

domingo, 3 de junho de 2012

Sete dias com Marilyn

Eu já era fã da Michelle Williams como atriz e como ícone de estilo, mas depois desse filme, putz.....



Não sei se sou eu, que estou com uma certa predisposição a achar tudo lindo, mas eu amei amei amei o filme. As cores, os olhares, os sorrisos. Enfim, tudo!

Só deixou meu dia ainda mais ensolarado!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Sonzinho

Já tem um tempo que eu quero escrever sobre ela (achei até que já tinha escrito). Mas ando viciadinha no som da californiana Sara Bareilles. A dica foi da minha amiga Julia e eu amei todas as músicas do CD Kaleidoscope Heart, as músicas são animadas e sempre tem piano, que eu adoro. Os clipes também são ótimos!

A primeira música a que fui apresentada (pela Julia): Gonna get over you


Depois vieram todas as outras. E o clipe de King of anything também é ótimo!



Enjoy it!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Fora da área de cobertura

Há muito tempo que eu não venho neste blog pra falar de coisas boas, de acontecimentos felizes, com aqueles posts deliciosos recheados de fotos. Sem me lamuriar, sem reclamar, só achando tudo lindo e tal. Realmente, o final de 2011 e o início de 2012 não foram fáceis. Mas, com um pouco de paciência, as estrelas se alinharam e eu venho aqui de novo trazer luz e alegria, que é isso que vocês querem ver, não é mesmo?

Pois então, há alguns dias rolou um final de semana totalmente fora da área de cobertura. Em Visconde de Mauá, já ouviram falar? Serra do RJ, divisa com MG. Na verdade Mauá (para os íntimos) é onde o asfalto termina... hehehe Ficamos hospedados em Maromba, que é um vilarejo bem pequeno. E o "agito" (se é que dá pra chamar assim) acontece em Maringá, no meio do caminho entre Mauá e Maromba. Vamos com fotos que fica tudo mais colorido!

Ficamos numa pousada chamada Brilho da Natureza. Suuuuuper gostosa. Ah, claro que não se pode ter tudo e o último quilômetro de estrada (de chão) pra chegar na pousada é SOFRÍVEL! Sério, chegamos lá mais de meia noite, e haja paciência pra passar pelas pedras a 2 km/h. Mas lá foi tudo excelente. Do chalé na beira do rio, com vista totalmente privativa, até o café da manhã caseiro e quentinho, nenhuma reclamação...



No sábado, céu de brigadeiro, e lá fomos nós conhecer a maior atração da região, a cachoeira do escorrega. Dava pra ir a pé da pousada. Olha, eu não tive coragem de descer de bunda. O Zeca foi. Comentário: água gelaaaaaaaaaadaaaaaaaaaaaaa!!!


Segunda parada e, sem dúvida, a coisa mais legal que fizemos por lá: poção de 7 metros!!! Por que o nome?? Porque você pode se atirar de uma pedra que fica a 7 metros do nível da água! Se nós pulamos?? Sim ou com certeza?? Duas vezes cada um!! Muita adrenalina!

Primeiro foi o Zeca


E depois eu!



De lá fomos (tudo a pé) pra cachoeira véu de noiva (todo lugar com cachoeiras tem uma com esse nome, deve ser uma lei, ou sei lá...)


À noite, o legal é ir pra Maringá. Tem várias lojinhas e restaurantes super aconchegantes. Nas duas noites jantamos no restaurante Borbulha, que é todo temático de música, e eles inclusive tem um "museu do LP" lá. Trilha sonora excelente, comida melhor ainda. Na segunda noite, inclusive, o chef veio falar conosco e sugerir os pratos. Muito atencioso. Provamos o prato obrigatório da região: truta!


No dia seguinte pegamos o carro pra ir até a cachoeira do Alcantilado. Mais um trechinho de estrada de chão não muito bom... É uma propriedade particular com 9 cachoeiras. A trilha começa em uns 1200 m de altitude e termina em 1500 m. E são 1,5 km de caminhada. A trilha foi um pouco puxada pra mim (pra eu achar fácil tem que ser trilha for dummies). E 6 das 9 cachoeiras ficam na primeira metade da caminhada. Depois você caminha, caminha, caminha (e a subida é beeeem íngreme) pra achar o tesouro da tal cachoeira do alcantilado. Bem bonito mesmo, fiquei feliz de conseguir subir (e, principalmente, descer, porque meu joelho problemático é do tipo que dói na descida).


Foi tudo delicioso, dias lindos, calor de dia, friozinho à noite. Faria tudo de novo dez vezes (principalmente e poção de 7 metros!). E, pra quem me conhece um pouco, sabe que eu sou muuuuito urbana e não sou muito chegada a comer peixe. Pois é, fui pro meio do mato, comi truta e adorei. As pessoas mudam! (que bom)


domingo, 20 de novembro de 2011

Madly beautiful

Amei a música, amei o vestido!



Será que o perfume é bom??

(pra quem também gostou da música, é Carmensita de Devendra Banhart, e o clip muito maluco está aqui - valeu Sound Hound!)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Sobre tatuagens II - Breathe (yes, I did it again!)


Queridos amigos, meu último post não foi, assim, digamos, à toa. Eu não só estava de caso pensado, como já estava com hora marcada no tatuador! Pois é, lá fui eu novamente brincar de rabiscar o corpo pra sempre!


Tatuagem é uma coisa muito doida: dá uma euforia imensa, mas você sabe que vai sentir dor! Aliás, na escala-Clarissa de dor, esta não superou a dor da "Let it be". Talvez por ser mais espalhada, não sei bem. Dessa vez foi "um pouquinho" maior que as outras. (Engraçado como a coragem de tatuar vai crescendo e o tamanho da dita cuja também!) Sei que quando terminou deu aquela sensação de final de entrevista no Programa do Jô, com todo mundo falando "Ahhhhhh", com aquela peninha de ter acabado e já maquinando sobre qual será a próxima. Afinal, agora estou com 4 tattoos, e, como TODO MUNDO SABE não dá pra ficar com número par....

Quem fez a tattoo foi o querido Edu Reis da Koi Tattoo. Fui atéééé a Barra pra conhecer esse gaúcho (sim, vejam só, a pessoa sai do RS mas o RS não sai da pessoa: arrumei um tatuador gaúcho no Rio!) super talentoso e não tive dúvida que podia confiar minha página em branco pra ele (no caso, minhas costas). E agora que tá tudo pronto posso dizer que super recomendo!




Então que agora eu tenho mais uma palavra linda na minha vida, mais um lembrete interno - e externo - de algo que eu não posso esquecer jamais. Vocês podem pensar "mas Cissa, a gente não precisa lembrar de respirar, este é um movimento involuntário do corpo". Mas é aí que vocês se enganam. Respirar é pensar, é pausar, é tomar fôlego pra começar outra vez, é um momento de olhar pra dentro mesmo quando o turbilhão está passando lá fora. Enfim, é muito mais do que colocar ar para dentro dos pulmões e depois devolver pro mundo. Essa é a mensagem: "just breathe, don't forget to stop and breathe"...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O mais importante do mestrado (ou: muito obrigada, queridos amigos!)

Esse negócio de estar em férias me deixa fervilhante de ideias e eu tenho vontade de blogar o tempo todo!
O que movimentou meu dia foi a divulgação da última nota que faltava para fechar o semestre no mestrado, e era justo a de Finanças. Hoje, logo cedo, a primeira coisa que eu vi quando acordei (às 6h30, diga-se) foi o email do professor divulgando as notas. E, sim, meus amigos, acabou tudo bem. Acabou tudo ótimo, aliás. Muito melhor do que eu poderia sonhar quando estava apavorada no início do semestre.

E depois de tanto ralar, e de colher o resultado de tanto esforço e superação (sim, porque, como vocês sabem, eu saí completamente da minha zona de conforto e fui estudar uma coisa totalmente nada a ver com a minha formação), eu penso em tudo o que aconteceu neste semestre e descubro que tudo o que eu tenho a fazer é agradecer. Sim, agradecer, porque se há algo deste período que vai me acompanhar no futuro, e que vai sempre me dar aquela nostalgia "dos tempos do mestrado" são as pessoas incríveis que eu conheci.

Engraçado que quando eu saí da faculdade, achei que tinha feito até ali todos meus amigos verdadeiros. Depois comecei o Cenpro e, numa convivência tão intensa de 13 meses consegui descobrir mais alguns amigos de fé. Nesta altura do campeonato eu já estava me convencendo que o ambiente acadêmico, que naturalmente favorece a colaboração, aproxima as pessoas. Diferente do ambiente de trabalho, que é bem mais competitivo e onde os interesses pessoais acabam se sobressaindo. Pra confirmar essa minha teoria, tive o prazer de encontrar pessoas maravilhosas neste primeiro semestre.

Eu sei que quando a gente resolve citar nomes corre o risco de cometer injustiças e de esquecer de alguém. Mas como o blog é meu e eu faço o que eu quero nele vou correr este risco pra falar de algumas pessoas que fizeram a diferença na minha vida neste período: tem as duas Aninhas (a Anna Maria e a Ana Cláudia) que são duas das pessoas mais doces que eu conheci na minha vida. Pessoas sempre de bem com a vida, de bom humor, com uma energia super positiva. Tem a Thais, uma guria muito determinada e centrada, sempre muito prestativa, com quem dividia minha indignações e meus papos sobre tudo, e com quem me identifico demais. Tem a Rebeca e o Fernando, o casal mais querido do mestrado, os dois super dedicados, com uma história que eu admiro muito. Tem a Helga, guria das mais inteligentes e com mais habilidades múltiplas que eu já conheci, que é tão diferente de mim - nós divergimos nos gostos sobre quase tudo! - e que eu acho que é por isso que nos damos bem! Tem a Malu, que veio do Rio Grande oposto ao meu, e que já mostrou que tem muita garra. Tem a Manu, uma das pessoas mais sinceras que já conheci!

E tem as duas criaturas que mais me deram trabalho neste mestrado: Mari e João! A Mariana é daquelas pessoas que desde o primeiro dia, na prova de nivelamento, dava a impressão de que já era minha amiga de décadas! Daquelas pessoas pra quem a confiança era algo implícito, eu já sabia que podia confiar nela sem nem mesmo saber nada da sua vida, só de olhar. Ela pode até dizer que Finanças ia ser bem mais difícil sem mim, mas só ela sabe (talvez não saiba, mas vai saber agora) o quanto me apoiou, me motivou, me deu energia quando eu mais precisei. Mariana é aquela pessoa que, se é tua amiga, vai até o inferno e volta pra te ajudar. Sabe "amiga de fé, irmã, camarada"? É ela! Ciumeeeeeenta que só, mas eu adorava o jeito que ela mandava eu e João ficarmos quietos na aula! Coisa de amiga-mãe... E o João, foi, talvez, a pessoa mais improvável que conheci nessa coisa toda de fazer mestrado. Improvável porque nos conhecemos lá no cursinho preparatório da Anpad, onde eu olhava pra ele e pensava "qual é a desse cara?". Não era exatamente um recém formado (fica tranquilo João, que não vou revelar tua idade!), um empresário... Por que esse cara queria fazer mestrado? Começamos a conversar nos intervalos das aulas (aliás, achei alguém que fala mais do que eu!), no fim das contas nos tornamos colegas na Puc, e hoje acho que posso dizer que ele é um dos meus melhores amigos. Não sei quem estava mais desesperado no começo do curso, eu ou ele! Morrendo de medo de tudo (ele não era muito chegado aos números e eu nunca tinha estudado nada daquilo) combinamos nos ajudar, eu nas Finanças, ele no Marketing. E que dupla dinâmica, hein? Foi ele que me ajudou a fazer com que todo esse esforço fosse muito mais leve, que dividiu comigo as aflições do "será que vamos passar?", do "será que vai dar tempo?", e que também me proporcionou muitas, muitas risadas MESMO! Saber rir até chorar? Pois é, ele é mestre dessa arte. E vive dizendo que eu é que sou engraçada! Vai entender?

No final deu tudo certo, passamos em tudo com louvor, e, sabe o que é o melhor de tudo? Cresci, mudei, e angariei todas essas pessoas lindas pra minha vida. Precisa mais?

Muito obrigada, meus queridos amigos, por fazerem parte da minha vida!


(Às vezes me dá uma tristeza de saber que agora cada um vai pra sua área de concentração e que, por isso, nos encontraremos muito menos...)

domingo, 3 de julho de 2011

A História de Nós 2

Já tinha muito tempo que eu passava por aquele cartaz no metrô e sentia vontade de ver aquela peça. A peça era A História de Nós 2. Parecia tão deliciosamente despretensiosa que me dava vontade de ir, mas, sabe como é, tá em cartaz lá na Barra, é longe, preguiça e tal.

Aí enquanto planejava o que fazer com a mãe aqui no Rio, minha amiga Márcia (a campeã das grandes ideias) me sugeriu teatro. Pesquisamos daqui e de lá, e essa peça pareceu bem aquilo que eu procurava: algo leve, pra uma noite de domingo.



Lá fomos nós pra Barra. Apenas uma observação antes de falar da peça: ela está em cartaz no teatro dentro do Barra Square. Lá não tem nada pra ver/fazer/comer. Quer dizer, até tem, mas tudo assim bem meia-boca.

Bom, ao que interessa: a peça fala da história de amor da Lena e do Edu, e trata do conflito entre as três personalidades dos dois: Lena e Edu, o casal apaixonado do início de namoro, Mammy e Duca, a mãe do Felipe e o carinha que quer voltar pra juventude, e Maria Helena e Carlos Eduardo, os profissionais competitivos e super eficientes. A história é deliciosa, e todo mundo se identifica nela. É pra rir bastante e até se emocionar um pouco, ou, como meu amigo João vai comentar (ou, se não comentar, com certeza vai pensar), é uma peça de mulherzinha! Sim, é, mas recomendo pra todos meninos também.




No final, eles vendem um par de bottons (que eu não me aguentei e comprei), com duas falas da peça, uma fala da Lena e outra do Edu.

Adivinhem qual fala é de quem???



(se não der pra ler, no de cima tá escrito "desisto, é muita firula pra uma trepadinha só" e no de baixo "Já dei essa semana. Agora, se Deus quiser, só semana que vem!")

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cilada.com - o filme



Desde o Muita Calma Nessa Hora, no ano passado, que eu estava com uma tremenda expectativa para assistir o Cilada.com. Além de ser super fã da série no Multishow, ainda simpatizo com o trabalho do Bruno Mazzeo (apesar dos pitis que ele volta e meia dá no twitter...). O filme só estreia no dia 8 de julho, mas o pessoal do lançamento fez uma ação muito bacana e encheu uma sala só com blogueiros pra uma pré-estreia. Como eu estava muito afim de assistir anyway, adorei a ideia! E esta que vos fala lá estava, pra conferir qual é que é do filme, com mais uns 100 blogueiros, na maior concentração de smartphones twittando ao mesmo tempo da história das estreias de filmes (estatísticas por minha conta).

Quando assisti o trailer já vi que pelo menos ia me torcer de rir assistindo:


Olha, além de engraçadíssimo, o filme é muito fofo e contagiante! Dá muita pena da Fernanda Paes Leme (se você é menina, claro!) e o Bruno Mazzeo tá muuuuuuito bom no papel do cara que SÓ se ferra nesse mundo! Acontece tanta coisa com ele que tem horas que você pensa "não é possível que pode piorar", e pode! 

Mas, total ponto alto do filme, pra mim, é a música do casal, Por Tudo que For, do Lobão, que já habitava meu coração desde sempre e que ficou muito linda na versão especial:


...me abraça, me abraça, me abraça
por tudo que for...

Divertido e envolvente, vale muito a pena, acompanhado ou não, numa noite fria destas de julho (hoje ainda não é julho mas a noite está MUITO fria!).
________________________________________________________

PS.: Agora um veneninho: gentes, não é porque somos blogueiros que não precisamos ir a um evento, digamos, mais arrumadinhos! E não me venha com fui-direto-do-trabalho que:
1) a sessão era às 21:30!
2) se vocês trabalham de All Star sujinho e assim, meio mulambos, ok, talvez eu tenha que rever meus conceitos cartesianos e engenheirísticos a respeito de vestimentas corporativas....

sábado, 25 de junho de 2011

Apaixonante Meia Noite em Paris

E ele fez de novo...



Eu ainda nem consegui ir pra Barcelona depois do arrebatamento causado por Vicky Cristina Barcelona e ele vem e arruma mais uma NECESSIDADE nessa vida.
Quem é ele? Ora, Woody Allen, meus caros! Ele fez de novo: fez um filme lindo, me deixou extasiada e me fez querer viver pra ver o que é Paris.



Ai, querido Woody (porque agora já me sinto íntima), como poderei seguir adiante antes de andar sem rumo por aquelas ruas, à noite, entre Hemingway e os Fitzgeralds, encontrar Picasso, e discutir rinocerontes com Dalí?



E agora, Woody, my honey, como vou lidar quando, entre uma viela e outra, me deparar com um ingênuo e fascinado Gil Pender, com seu olhar perdido no passado da Era de Ouro dos anos 20 com todo aquele fervor intelectual?



É, Woody, você só me arruma problemas.... Enquanto isso vou ouvindo Cole Porter, na voz de Ella Fitzgerald e imaginando como vou viver minha vida antes de Paris....

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Paul McCartney no RJ - Eu faço parte dessa história

E segunda foi o show do Paul. Só que de sir Paul McCartney você não espera um simples show. Você espera fazer parte da história. E assim que foi.



Começando do começo, palmas para a organização! Eu estava completamente desconfiada de que pegar um trem da Supervia às 6 da tarde de uma segunda-feira poderia não ser, assim, um boa ideia. Eu só pensava em não perder minha dignidade no trem, e todas as pessoas tinham alguma história horripilante pra contar sobre o trem. Mas o Zeca ouviu que haveria operação especial para o show, e lá fomos nós. Não só havia operação especial, como havia trens exclusivos para o show, indo direto para o engenhão. Fui sentadinha, na maior dignidade, e até dormi no caminho.

Chegando no Engenhão, era só atravessar um passarela e entrar na fila, que àquela hora, estava bem pequena. Entramos no estádio com tranquilidade e nos sentamos no chão (nosso ingresso era de pista) bem próximo à grade que separava a área vip do resto da pista. Aqui, um pouquinho de decepção: a área vip não era tão vip assim e era enooooorme, fazendo com que a pista comum ficasse bem longe do palco. Ainda precisávamos esperar umas 3 horas pelo início do show, e a ideia era ficar sentada tanto quanto possível, pra evitar as dores no joelho/coluna que experimentei no show do U2. Lá pelas tantas a pressão do povo fez as pessoas levantarem. Mas aí eu percebi que a faixa etária que curte Paul é bem diferente da que curte U2. Ou bem mais velhos, ou gurizada. E ali na pista os velhinhos eram poucos, o que nos deixou à mercê de adolescentes fumando maconha, muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita maconha, jogando fumaça na cara de todo mundo e se achando os donos do mundo. Muuuuuito empurra-empurra, tanto que estava quase desistindo de ficar lá, estava quase querendo ir embora do show, porque não tava dando pra aguentar a marofa e os ímpetos adolescentes da massa.

Mas aí o show começou. Com pontualidade britânica - o que mais poderia esperar? - sir Paul entrou no palco às 21:30 e logo ganhou o público com sua simpatia, falando português e, principalmente fazendo o que ele sabe fazer há zilhares de anos: um autêntico show de rock. Sua vitalidade e a naturalidade com que ele sobe ao palco são realmente contagiantes! Foram 33 músicas, em 2h30 de show.

O que marcou pra mim? Let it be, for sure! Eu só fui neste show pra ouvir Paul McCartney cantando Let it be. Foi demais, chorei de emoção (sim, eu choro em shows, tudo bem? Me deixa!!!)! E, pra me matar do coração, na sequência de Let it Be entrou Live and Let Die, e, muuuuuitos fogos de artifício. Ah também teve muito "na na na na na" em Hey Jude. Teve sgt. Peppers, teve Imagine. Teve muita coisa. Teve a história ali na frente dos meus olhos, e eu fiquei extasiada de ver um Beatle tocar, ali, na minha frente.

Iria de novo? Sem dúvida. Mas agora já poderei contar aos meus filhos e netos (que certamente curtirão Beatles): Eu fui no show do Paul McCartney; eu fiz parte desta história!

PS.: Por que eu queria tanto Let it Be? Por isso:


Got it?

sexta-feira, 20 de maio de 2011

A banda mais bonita da cidade

Eu sei que todo mundo já falou.

Mas eu vou falar também.

Porque é lindo....



Meu amor essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na dispensa
Cabe o meu amor!
Cabe em três vidas inteiras
Cabe em uma penteadeira
Cabe nós dois
Cabe até o meu amor
Essa é a última oração pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na dispensa
Cabe o meu amor!
Cabe em três vidas inteiras
Cabe em uma penteadeira
Cabe essa oração

sábado, 7 de maio de 2011

26 mas com corpinho de 25 e meio!

E não é que meu aniversário de 26 foi (ou melhor ainda está sendo) o mais comemorado da história dos meus aniversários????

E é claro que teve o já tradicional "Aniversário da Cissa e da Mel" no Shenanigan's!! Com fotos (só as publicáveis, claro!):



Muito obrigado pelo carinho de todo mundo, de perto e de longe, me senti tão abraçada como nunca!

E o show do U2, hein?


Apesar de a minha vida estar virada do avesso entre estudos (=/) e viagens (=D), precisei arrumar um tempinho pra compartilhar com vocês os momentos intensos que 2011 vem proporcionando. Eu levei uns dias até conseguir concatenar a emoção que foi o show do U2. Não foi um show. Foi um espetáculo. Foi uma coisa fora do comum.

Começando do começo. Saímos do Rio no sábado de manhã. Nós e a torcida do Flamengo, todos rumo ao Morumbi. Detalhe irrelevante para a história: estavam no nosso avião Michel Telo e sua trupe (aka “fugidinha”). Pensei: pqp, essa merda vai cair. Mas não caiu, ufa! Chegamos em são Paulo, deixamos as coisas no hotel e lá fomos nós, umas 14h, pro Morumbi. O taxista nos deixou no Portão 2, mas o fim da fila estava láaaaa do outro lado do estádio. Enfim, pensei eu, não havia nenhuma pretensão em ficar perto do palco, eu já tinha desistido disso há muito tempo, visto que tinha gente acampada há dias em frente ao estádio, e a grade que separava a pista do Red Zone (área vip) certamente seria tomada por estas pessoas e pelas outras milhares que estavam na nossa frente na fila. O portão abriria às 16h, então tínhamos ali 2h de fila pra encarar, depois mais 4h dentro do estádio até o início do show de abertura. Ali na fila conhecemos a Luísa e a Fernanda, que no fim viraram nossas amigas de infância naquelas longas horas de espera até o show. Também teve a ativista do Greenpeace que veio nos pedir pra assinar uma petição contra a energia nuclear. Opa, bateu na porta errada. Os argumentos dela caíram um a um, tadinha... Também aproveitei que o sol estava a pino e comprei uma capa de chuva de R$5,00. porque, sinceramente, eu tinha certeza de que ia chover! Surpreendentemente, os portões abriram antes das 16h. A fila andou bonitinho (ponto pra organização), não implicaram com a nossa mochila (que tinha casacos e bolachas), só tivemos que nos desfazer da garrafa d’água. Mas quando entramos no estádio, ah meu Deus, quando entramos no estádio! Eu fiquei uns 5 minutos tendo uns chiliques: nós estávamos DO LADO DO PALCO, NA GRADE QUE SEPARAVA A PISTA DO RED ZONE!!!!!!!!!!! Ah, eu quase chorei! Pra quem estava conformada de vê-los pequenininhos, ou só pelo telão, aquilo era DEMAIS! Eles iam tocar ali, do nosso lado, pertinho, ia dar pra ver a cara deles (Pausa: neste ponto, quem não é fã – de alguma coisa, não necessariamente do U2 – deve estar pensando “que babaca essa guria”. Bom, pra esses, a porta da rua é a serventia da casa. Fim da pausa). Passado o êxtase inicial, mais 4 horas de espera. Primeiro conseguimos sentar no chão, por mais ou menos 1 hora. Depois, foi enchendo e não deu mais pra ficar sentado, então ficamos em pé, ali, esperando. O show de abertura, da banda inglesa Muse estava marcado pras 20h. Pois 19h55 as luzes apagaram e a banda entrou (mais um ponto pra organização). Nessa hora começou a chover (e vocês podem imaginar o tamanho da valorização das capas de chuva!). O show da Muse foi muuuuuito bom, eu nem conhecia, mas já passei a gostar. Eles fizeram uns 40 minutos de show. Depois disso, mais 1 hora de espera para a troca dos instrumentos e preparação do palco (que estava empoçando água até dizer chega). E, lá por 21:45 começou a tocar “Trem das Onze”. Foi mais ou menos quando a chuva parou. Depois a luz apagou um por umas ‘janelinhas’ no telão, eles apareceram!!! Histeria total, todo mundo pulando e gritando. Aí com a injeção de adrenalina, tudo passou: as dores nos joelhos e nas costas, o cansaço, a sede, e a partir de então foram mais de 2 horas em outra dimensão. Nós pulamos, cantamos, gritamos. Teve tantos pontos altos no show que eu não sei se consigo enumerar tudo... Pra mim a hora mais emocionante foi quando tocou Walk On e, na sequência, One (pra quem não sabe o porquê destas músicas mexerem tanto comigo: eu tenho 3 tatuagens. A primeira, um singelo “Love” na nuca, era pra ser “Love, the higher law”, que é um trecho de One. A segunda, é “Walk on” tatuado no pé. Walk on foi a música da minha formatura. Ela representa um momento de transformação muito profunda pra mim. Meu mantra é “walk on, what you’ve got they can’t deny it, can’t sell it or buy it” – algo como “siga em frente, o que você conseguiu ninguém pode negar, vender ou comprar”). Chorei, sim. Também teve a hora, em “Where the streets have no name” que todo mundo encheu balões nas cores da bandeira do Brasil. No final, todos soltaram os balões, que voaram pra cima do palco, foi muito bonito! O telão em 360° era uma atração por si só. A definição era tão alta que dava pra contar as rugas na cara do Bono! Teve também a hora em que o Bono puxou uma menina pro palco... Aí eu pensei “aí está a sutil diferença entre pagar R$200 e R$1000 por um ingresso...”.

Enfim, eu consegui entender perfeitamente porque eles vendem 90 mil ingressos pra três shows, e lotariam aquelee estádio pra mais quantos shows eles quisessem fazer. Foi, sem dúvida, o show da minha vida. E, com certeza, estarei no próximo, na pista vip!
A hora de ir embora foi tranqüila, a saída do estádio foi rápida (mais um ponto pra organização), apesar de um temporal começar a desabar tão logo saímos de lá. Além de tudo, ainda ganhamos uma carona da Luísa e da Fernanda, pouco queridas?? (não queiram saber quanto os táxis estavam cobrando!!!).
Chegando no hotel, tomei o melhor banho da minha vida e capotei. Passei uma semana meio quebrada, mas na certeza de que repetiria tudo outra vez!

E, agora, adivinha? Vamos assistir Paul McCartney no dia 23, já estamos com o ingressos para ver Drexler no Rock in Rio (sim, eu vou no Rock in Rio só pra ver Drexler, me deixa!!!!) e tô só esperando abrir a venda de ingressos pro Pearl Jam! Definitivamente, 2011 é o ano dos shows!

domingo, 26 de dezembro de 2010

Festas!

Ainda estou em Erechim, e, finalmente, meu relógio biológico entendeu que estou de férias: nada de dormir antes da meia noite ou acordar antes do meio-dia.

Enquanto o Fantástico tortura aqueles que precisam acordar cedo para trabalhar na segunda, eu aproveito meu último domingo sem esta sensação de fim de festa para atualizar o blog e postar fotos das primeiras festas: aniversário da minha querida irmã e natal/aniversário da minha mãe (sim, é no mesmo dia).











O bom é que cada ano estamos menos velhos e mais bonitos (deixa eu ser feliz, tá?)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Para Tudo!!!!!

E não é que querer dessa vez foi igual a poder??

Atualizando o post abaixo: eu não só QUERO MUITO, como VOU NO SHOW DO U2!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Tô que nem pinto no lixoooooo! hahahha

Confesso que eu já tinha até desencanado, porque em 2006 foi uma derrota (uma madrugada inteira tentando comprar ingresso no site e no telefone, sem sucesso...). Quando liberaram a venda de ingressos no dia 7, às 23h o site já não carregava, sendo que a venda começaria só meia noite. Entre 0h e 1h30, nada, nada... Finalmente, quando consegui entrar no site, tudo esgotado. Pensei "relaxa, isso já era previsto...".

Mas, nem tudo estava perdido! Um colega do trabalho, que estava de férias, foi pra um dos pontos de venda aqui do Rio e conseguiu comprar. Simples assim!

(Escrevendo o post e assistindo ao Go Home, que é pra entrar no clima)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Amy Winehouse no RJ - EU VOU!

Pra dar uma relaxada e desencanar um pouco dessa violência toda, resolvi investir em papéis de alto risco (quase uma mestranda em administração que sou - aliás, resultado da seleção sai sexta!).

Explico: comprei 2 ingressos pro show da Amy Winehouse!!!!
Por que são papéis de risco? Não entendeu? Clique aqui, ou aqui.


To feliz, eu adoro a voz dessa louca.
Quer garantir seu ingresso? Clica na imagem!


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Muita calma nessa hora



Outro ponto alto do feriadão com chuva foi o filme Muita Calma Nessa Hora!
Contagiante, apaixonante, ante, ante!!

Talvez pra quem mora no Rio seja mais ainda, mas eu recomendo que todo mundo assista, porque é muuuuuuito bom! Sabe aquele filme que deixa você leve, que te faz querer passar o resto do ano na praia? É isso mesmo que você vai encontrar. Adorei tudo, e a trilha sonora é especial.

Pra deixar um gostinho, primeiro vai o trailer:



E depois a música tema, que já grudou na minha cabeça!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...