Há muito tempo que eu não venho neste blog pra falar de coisas boas, de acontecimentos felizes, com aqueles posts deliciosos recheados de fotos. Sem me lamuriar, sem reclamar, só achando tudo lindo e tal. Realmente, o final de 2011 e o início de 2012 não foram fáceis. Mas, com um pouco de paciência, as estrelas se alinharam e eu venho aqui de novo trazer luz e alegria, que é isso que vocês querem ver, não é mesmo?
Pois então, há alguns dias rolou um final de semana totalmente fora da área de cobertura. Em Visconde de Mauá, já ouviram falar? Serra do RJ, divisa com MG. Na verdade Mauá (para os íntimos) é onde o asfalto termina... hehehe Ficamos hospedados em Maromba, que é um vilarejo bem pequeno. E o "agito" (se é que dá pra chamar assim) acontece em Maringá, no meio do caminho entre Mauá e Maromba. Vamos com fotos que fica tudo mais colorido!
Ficamos numa pousada chamada Brilho da Natureza. Suuuuuper gostosa. Ah, claro que não se pode ter tudo e o último quilômetro de estrada (de chão) pra chegar na pousada é SOFRÍVEL! Sério, chegamos lá mais de meia noite, e haja paciência pra passar pelas pedras a 2 km/h. Mas lá foi tudo excelente. Do chalé na beira do rio, com vista totalmente privativa, até o café da manhã caseiro e quentinho, nenhuma reclamação...
No sábado, céu de brigadeiro, e lá fomos nós conhecer a maior atração da região, a cachoeira do escorrega. Dava pra ir a pé da pousada. Olha, eu não tive coragem de descer de bunda. O Zeca foi. Comentário: água gelaaaaaaaaaadaaaaaaaaaaaaa!!!
Segunda parada e, sem dúvida, a coisa mais legal que fizemos por lá: poção de 7 metros!!! Por que o nome?? Porque você pode se atirar de uma pedra que fica a 7 metros do nível da água! Se nós pulamos?? Sim ou com certeza?? Duas vezes cada um!! Muita adrenalina!
Primeiro foi o Zeca
E depois eu!
De lá fomos (tudo a pé) pra cachoeira véu de noiva (todo lugar com cachoeiras tem uma com esse nome, deve ser uma lei, ou sei lá...)
À noite, o legal é ir pra Maringá. Tem várias lojinhas e restaurantes super aconchegantes. Nas duas noites jantamos no restaurante Borbulha, que é todo temático de música, e eles inclusive tem um "museu do LP" lá. Trilha sonora excelente, comida melhor ainda. Na segunda noite, inclusive, o chef veio falar conosco e sugerir os pratos. Muito atencioso. Provamos o prato obrigatório da região: truta!
No dia seguinte pegamos o carro pra ir até a cachoeira do Alcantilado. Mais um trechinho de estrada de chão não muito bom... É uma propriedade particular com 9 cachoeiras. A trilha começa em uns 1200 m de altitude e termina em 1500 m. E são 1,5 km de caminhada. A trilha foi um pouco puxada pra mim (pra eu achar fácil tem que ser trilha for dummies). E 6 das 9 cachoeiras ficam na primeira metade da caminhada. Depois você caminha, caminha, caminha (e a subida é beeeem íngreme) pra achar o tesouro da tal cachoeira do alcantilado. Bem bonito mesmo, fiquei feliz de conseguir subir (e, principalmente, descer, porque meu joelho problemático é do tipo que dói na descida).
Foi tudo delicioso, dias lindos, calor de dia, friozinho à noite. Faria tudo de novo dez vezes (principalmente e poção de 7 metros!). E, pra quem me conhece um pouco, sabe que eu sou muuuuito urbana e não sou muito chegada a comer peixe. Pois é, fui pro meio do mato, comi truta e adorei. As pessoas mudam! (que bom)
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Sobre tatuagens II - Breathe (yes, I did it again!)
Queridos amigos, meu último post não foi, assim, digamos, à toa. Eu não só estava de caso pensado, como já estava com hora marcada no tatuador! Pois é, lá fui eu novamente brincar de rabiscar o corpo pra sempre!
Tatuagem é uma coisa muito doida: dá uma euforia imensa, mas você sabe que vai sentir dor! Aliás, na escala-Clarissa de dor, esta não superou a dor da "Let it be". Talvez por ser mais espalhada, não sei bem. Dessa vez foi "um pouquinho" maior que as outras. (Engraçado como a coragem de tatuar vai crescendo e o tamanho da dita cuja também!) Sei que quando terminou deu aquela sensação de final de entrevista no Programa do Jô, com todo mundo falando "Ahhhhhh", com aquela peninha de ter acabado e já maquinando sobre qual será a próxima. Afinal, agora estou com 4 tattoos, e, como TODO MUNDO SABE não dá pra ficar com número par....
Quem fez a tattoo foi o querido Edu Reis da Koi Tattoo. Fui atéééé a Barra pra conhecer esse gaúcho (sim, vejam só, a pessoa sai do RS mas o RS não sai da pessoa: arrumei um tatuador gaúcho no Rio!) super talentoso e não tive dúvida que podia confiar minha página em branco pra ele (no caso, minhas costas). E agora que tá tudo pronto posso dizer que super recomendo!Então que agora eu tenho mais uma palavra linda na minha vida, mais um lembrete interno - e externo - de algo que eu não posso esquecer jamais. Vocês podem pensar "mas Cissa, a gente não precisa lembrar de respirar, este é um movimento involuntário do corpo". Mas é aí que vocês se enganam. Respirar é pensar, é pausar, é tomar fôlego pra começar outra vez, é um momento de olhar pra dentro mesmo quando o turbilhão está passando lá fora. Enfim, é muito mais do que colocar ar para dentro dos pulmões e depois devolver pro mundo. Essa é a mensagem: "just breathe, don't forget to stop and breathe"...
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Para Tudo!!!!!
E não é que querer dessa vez foi igual a poder??
Atualizando o post abaixo: eu não só QUERO MUITO, como VOU NO SHOW DO U2!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tô que nem pinto no lixoooooo! hahahha
Confesso que eu já tinha até desencanado, porque em 2006 foi uma derrota (uma madrugada inteira tentando comprar ingresso no site e no telefone, sem sucesso...). Quando liberaram a venda de ingressos no dia 7, às 23h o site já não carregava, sendo que a venda começaria só meia noite. Entre 0h e 1h30, nada, nada... Finalmente, quando consegui entrar no site, tudo esgotado. Pensei "relaxa, isso já era previsto...".
Mas, nem tudo estava perdido! Um colega do trabalho, que estava de férias, foi pra um dos pontos de venda aqui do Rio e conseguiu comprar. Simples assim!
(Escrevendo o post e assistindo ao Go Home, que é pra entrar no clima)
Atualizando o post abaixo: eu não só QUERO MUITO, como VOU NO SHOW DO U2!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tô que nem pinto no lixoooooo! hahahha
Confesso que eu já tinha até desencanado, porque em 2006 foi uma derrota (uma madrugada inteira tentando comprar ingresso no site e no telefone, sem sucesso...). Quando liberaram a venda de ingressos no dia 7, às 23h o site já não carregava, sendo que a venda começaria só meia noite. Entre 0h e 1h30, nada, nada... Finalmente, quando consegui entrar no site, tudo esgotado. Pensei "relaxa, isso já era previsto...".
Mas, nem tudo estava perdido! Um colega do trabalho, que estava de férias, foi pra um dos pontos de venda aqui do Rio e conseguiu comprar. Simples assim!
(Escrevendo o post e assistindo ao Go Home, que é pra entrar no clima)
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Sobrevivi - Parte II - A missão (e o iPhone!)
Aproveitando que hoje é feriado e que eu to com a macaca (trabalhando no blog desde às 6 da manhã), vou contar um pouco das desventuras que me mantiveram offline por vários dias - e também algumas coisas boas que aconteceram pra dar uma compensada, porque ninguém é de ferro.
Não sei se vocês lembram, mas eu andei fora de combate no início de outubro. E, pra quem pensa que o mês do cachorro louco é agosto, eu afirmo com convicção: não, é outubro. Outubro foi um típico mês hardcore: além de ficar doente no início do mês eu ainda tive muitas aulas de redação, para encarar a segunda fase da seleção pro mestrado. A prova de redação foi no domingo, dia 24, e foi no sábado que começou minha descida ladeira abaixo.
No sábado, 23, eu, que já estava com umas dores nas costas há alguns dias, passei a ter uma dor lombar BIZARRA. Tomei um dorflex e dormi o dia inteiro. Mas no domingo, nada de dorflex, porque eu precisava de toda minha capacidade pra fazer a prova, então fui no seco mesmo, passei duas horas lá (30 minutos para escrever a redação, e mais 1h30 lendo, relendo e trelendo pra me certificar que estava, pelo menos, bom). Quando saí da prova o quadro da dor - literalmente - já estava instalado. Mas teimosa que sou, segunda-feira fui trabalhar. Além de ter que andar a passo de tartaruga, não consegui ficar sentada, o que é perfeito para alguém que trabalha sentado na frente de um computador 8h/dia. Assim, passei a tarde pegando referências com os colegas e ligando pra diversos consultórios, até que consegui uma consulta pro mesmo dia com um acupunturista.
Lá fui eu, de taxi, pra Copacabana no consultório do japonês (alguém achava que ele não era japonês?). Até que aliviou na hora (depois de passar o susto de ele queimar agulhas nas minhas costas - aliás, porque ninguém mencionou essa parte antes de eu ir???). Cheguei em casa e dormi.
Terça de manhã, a dor voltou multiplicada por 2, e lá fui eu pra minha velha conhecida emergência do Copa D'or, e lá descobri algo que vai contra tudo o que eu aprendi em 6 temporadas de House: eu estava com dois problemas, completamente não relacionados, ao memso tempo: contratura muscular e infecção urinária.
Resultado: 2 dias de licença médica (que se transformaram em 2,5, porque no 3º dia eu tentei ir trabalhar mas só aguentei meio dia) e 14 dias de antibióticos, às quais já tomei a metade.
Ainda não estou 100% melhor, mas já estou enxergando uma luz no fim do túnel.
E, no final de semana, eu, que já não podia nem mais olhar pro meu sofá, encasquetei que queria ir pro shopping! E o Zeca que é a coisa-mais-querida foi comigo, é claro. E, vejam, minha maré começou a virar!
Além de comprar um biquini lindo na Salinas (que ainda não pude estrear, pois, sabe como é uma pessoa doente que não pode ir à praia), ainda assisti Tropa de Elite 2.
Olha aí o biquini, que fofo (na verdade não é exatamente esse, mas esse é o mais parecido que achei no site). Ele é "reversível" (dá pra usar dos dois lados). Só que onde esse ali é amarelo, o meu é coral:
(fotos da Salinas)
E sobre Tropa de Elite, não vou me estender. só tenho poucos comentários:
- ASSISTAM PELOAMORDEDEUS!!!!
- POR QUE, POR QUE MEU DEUS, SÓ ESTREOU DEPOIS DA ELEIÇÃO???
Eu lembro que quando assisti o Tropa 1, pensei "nunca quero morar no Rio de Janeiro". (And here I am...) Agora, vendo o 2, senti algo como "não quero mais morar neste país", mas, como não tenho muito a fazer a respeito, segue o baile.
Mas a cereja do bolo foi o seguinte: eu resolvi que queria um iPhone. Isso foi na sexta à noite (ok, sou um pouco impulsiva). Aí, sábado, lá fomos nós pro shopping, e não é que, chegando na loja da TIM, nos informaram que os iPhones 4 chegariam dali a algumas horas?? E chegaram mesmo (não foi papo do vendedor)! O único "porém" é que eram pra chegar os de 16GB, mas só chegaram os de 32GB, que problema né? (Morra de inveja você que está numa lista de espera! huahuahauhau). Então agora sou a felicíssima proprietária de um iPhone 4! E, gente, a Apple é algo inexplicável, só isso que eu tenho a declarar.
Não sei se vocês lembram, mas eu andei fora de combate no início de outubro. E, pra quem pensa que o mês do cachorro louco é agosto, eu afirmo com convicção: não, é outubro. Outubro foi um típico mês hardcore: além de ficar doente no início do mês eu ainda tive muitas aulas de redação, para encarar a segunda fase da seleção pro mestrado. A prova de redação foi no domingo, dia 24, e foi no sábado que começou minha descida ladeira abaixo.
No sábado, 23, eu, que já estava com umas dores nas costas há alguns dias, passei a ter uma dor lombar BIZARRA. Tomei um dorflex e dormi o dia inteiro. Mas no domingo, nada de dorflex, porque eu precisava de toda minha capacidade pra fazer a prova, então fui no seco mesmo, passei duas horas lá (30 minutos para escrever a redação, e mais 1h30 lendo, relendo e trelendo pra me certificar que estava, pelo menos, bom). Quando saí da prova o quadro da dor - literalmente - já estava instalado. Mas teimosa que sou, segunda-feira fui trabalhar. Além de ter que andar a passo de tartaruga, não consegui ficar sentada, o que é perfeito para alguém que trabalha sentado na frente de um computador 8h/dia. Assim, passei a tarde pegando referências com os colegas e ligando pra diversos consultórios, até que consegui uma consulta pro mesmo dia com um acupunturista.
Lá fui eu, de taxi, pra Copacabana no consultório do japonês (alguém achava que ele não era japonês?). Até que aliviou na hora (depois de passar o susto de ele queimar agulhas nas minhas costas - aliás, porque ninguém mencionou essa parte antes de eu ir???). Cheguei em casa e dormi.
Terça de manhã, a dor voltou multiplicada por 2, e lá fui eu pra minha velha conhecida emergência do Copa D'or, e lá descobri algo que vai contra tudo o que eu aprendi em 6 temporadas de House: eu estava com dois problemas, completamente não relacionados, ao memso tempo: contratura muscular e infecção urinária.
Resultado: 2 dias de licença médica (que se transformaram em 2,5, porque no 3º dia eu tentei ir trabalhar mas só aguentei meio dia) e 14 dias de antibióticos, às quais já tomei a metade.
Ainda não estou 100% melhor, mas já estou enxergando uma luz no fim do túnel.
E, no final de semana, eu, que já não podia nem mais olhar pro meu sofá, encasquetei que queria ir pro shopping! E o Zeca que é a coisa-mais-querida foi comigo, é claro. E, vejam, minha maré começou a virar!
Além de comprar um biquini lindo na Salinas (que ainda não pude estrear, pois, sabe como é uma pessoa doente que não pode ir à praia), ainda assisti Tropa de Elite 2.
Olha aí o biquini, que fofo (na verdade não é exatamente esse, mas esse é o mais parecido que achei no site). Ele é "reversível" (dá pra usar dos dois lados). Só que onde esse ali é amarelo, o meu é coral:
(fotos da Salinas)
E sobre Tropa de Elite, não vou me estender. só tenho poucos comentários:
- ASSISTAM PELOAMORDEDEUS!!!!
- POR QUE, POR QUE MEU DEUS, SÓ ESTREOU DEPOIS DA ELEIÇÃO???
Eu lembro que quando assisti o Tropa 1, pensei "nunca quero morar no Rio de Janeiro". (And here I am...) Agora, vendo o 2, senti algo como "não quero mais morar neste país", mas, como não tenho muito a fazer a respeito, segue o baile.
Mas a cereja do bolo foi o seguinte: eu resolvi que queria um iPhone. Isso foi na sexta à noite (ok, sou um pouco impulsiva). Aí, sábado, lá fomos nós pro shopping, e não é que, chegando na loja da TIM, nos informaram que os iPhones 4 chegariam dali a algumas horas?? E chegaram mesmo (não foi papo do vendedor)! O único "porém" é que eram pra chegar os de 16GB, mas só chegaram os de 32GB, que problema né? (Morra de inveja você que está numa lista de espera! huahuahauhau). Então agora sou a felicíssima proprietária de um iPhone 4! E, gente, a Apple é algo inexplicável, só isso que eu tenho a declarar.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
re-re-re-re-recapitulando
Aproveitando mais ainda o embalo, vou explicar um pouquinho porque que a coisa aqui neste blog andou meio parada ultimamente:
Tudo começou quando resolvemos sair do aluguel e comprar apartamento. Levamos cerca de 6 meses procurando, criando e perdendo esperanças, até que fechamos negócio.
Como se fosse simples... com isso veio uma época de muita, mas muita correria atrás de papelada, muito dinheiro gasto com cartórios e muitas horas de trabalho perdidas...
Finalmente, com tudo certo, veio a mudança. Pintamos nós mesmos o apartamento novo (ficou lindo, mas nunca faça isso, DÁ MUITO TRABALHO!!!) e o velho para entregar, encaixotamos tudo e lá fomos nós.
Depois saí de férias e fiquei aqui no Rio mesmo, com a mãe (que ainda não me mandou as fotos, aquela danada) arrumando a casa, comprando móveis, luminárias e todo tipo de miudeza (essa fase é muito boa).
Aí voltei ao trabalho e comecei um novo projeto, que tem tomado meus dias e muitas noites na semana, e assim deve ser até setembro...
Depois disso veio a viagem ao Canada e tudo isso que contei aí embaixo!
Entenderam agora, meus queridos e assíduos leitores???
Bom, vamos ilustrar resumidamente os fatos desta época toda:
Tudo começou quando resolvemos sair do aluguel e comprar apartamento. Levamos cerca de 6 meses procurando, criando e perdendo esperanças, até que fechamos negócio.
Como se fosse simples... com isso veio uma época de muita, mas muita correria atrás de papelada, muito dinheiro gasto com cartórios e muitas horas de trabalho perdidas...
Finalmente, com tudo certo, veio a mudança. Pintamos nós mesmos o apartamento novo (ficou lindo, mas nunca faça isso, DÁ MUITO TRABALHO!!!) e o velho para entregar, encaixotamos tudo e lá fomos nós.
Depois saí de férias e fiquei aqui no Rio mesmo, com a mãe (que ainda não me mandou as fotos, aquela danada) arrumando a casa, comprando móveis, luminárias e todo tipo de miudeza (essa fase é muito boa).
Aí voltei ao trabalho e comecei um novo projeto, que tem tomado meus dias e muitas noites na semana, e assim deve ser até setembro...
Depois disso veio a viagem ao Canada e tudo isso que contei aí embaixo!
Entenderam agora, meus queridos e assíduos leitores???
Bom, vamos ilustrar resumidamente os fatos desta época toda:
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Perdidos e Achados!
Bem, eu sei que nem deu tempo de avisar a todos, mas meu celular, que eu havia perdido na semana passada já foi achado!
Por mim mesma
Dentro da minha mala!
Bom, descontem minha patetice e atribuam ela ao fato de que semana passada eu estava completamente out!
Buenas, celular achado, tudo volta ao normal no reino da Dinamarca!
Por mim mesma
Dentro da minha mala!
Bom, descontem minha patetice e atribuam ela ao fato de que semana passada eu estava completamente out!
Buenas, celular achado, tudo volta ao normal no reino da Dinamarca!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Good times, bad times...
É, acho que não precisarei mais de parceria pro show do Fito Paez....
Sabe, as vezes eu acho que existe uma certa sazonalidade nas coisas. Que às vezes é pra uma coisa boa, outras pra algo ruim.
Infelizmente, hoje fui acometida por um desses eventos sazonais indesejáveis.
Explico:
- em 2004, estava descendo um lance de escadas lá no prédio de Zeca, quando escorreguei e lá fui eu, escada abaixo. Resultado: uma voltinha na ambulância da Samu, uma luxação no cóccix, e algumas semanas sem conseguir sentar direito.
- em 2005, quando recém tinha começado meu estágio na Copesul, tropecei no tapetinho do banheiro lá de casa, caí em cima do meu braço direito e bati com a cabeça no chão. Resultado: luxação no cotovelo, uma semana de imobilização e repouso.
- em 2007, lá estava eu lépida e faceira subindo os míseros 3 degraus de uma escada de um shopping, quando, até hoje não entendi como, minha perna foi pra um lado e meu joelho foi pro outro. Resultado: diagnóstico de rótula hipermóvel, estiramento em um ligamento e menisco machucado... uma semana de imobilização, 20 seções de fisioterapia e muita dificuldade em recuperar a confiança no joelho direito.
Enfim, como podem ver, o histórico de desastres é grande.
(Será que é por isso que quando contei pra mãe que tinha comprado uma bici ela ficou meio preocupada?)
E, como já estamos da metade pro fim de 2008, e nada havia acontecido até então (não conta a prateleira que derrubei no dedão do pé quando fazia minha mudança!), tudo o que posso dizer é que tenho uma notícia ruim e duas boas.
A ruim é que, sim, me acidentei. Hoje, quando saía pro almoço com meus colegas, andando distraída não vi o meio fio (ou calculei mal o passo) e torci meu pé. Mas torci com vontade, a ponto de quase quebrar.
A boa é que foi "quase quebrar". Logo, "só" o que houve foi o rompimento de um dos três ligamentos que tem ali na região do tornozelo. E a outra boa é que já me machuquei por esse ano, agora estou free!
Pois é, amigos, já notaram a minha vocação de me acidentar de formas estúpidas! Estou me aprimorando cada vez mais. Dessa vez, pra ser ainda mais bizarro, como ocorreu no horário de almoço, foi considerado acidente de trabalho!!!! Sim, e deu todas aquelas burocracias, e ainda estão pensando em me afastar.
Mas eu estou lutando pra isso não acontecer! Eu até posso andar (devagar, mas posso!). O que me impede de ficar lá 8 horas sentada assistindo aula????
Enfim, agora que já falei da desgraceira toda, vamos a algumas notícias BOAS!
A primeira é que esta semana eu tive uma visita inesperada, mas muuuuuuito boa! O Zeca, que estava viajando, conseguiu ficar dois dias aqui. Ô coisa boa!
Outra é que hoje fiz uma apresentação lá na aula e fiquei muito feliz com a repercução. A apresentação foi bastante elogiada, o que me deixou muito satisfeita. Fazia tanto tempo que eu não apresentava nada, que nem sabia se ainda tinha a manha. Pelo jeito, ainda tenho!
Mais uma é que, apesar de ter sido horrível me machucar, foi legal ver o carinho e a preocupação das pessoas comigo. Das mais próximas e das mais distantes. Da Joana e da Elisa, que não desgrudaram de mim um segundo, e que tiveram até que brigar por isso! Do Rafael, que nos representou na reunião que tínhamos de tarde e que depois ficou lá pra ver como eu estava. Do Daniel que segurou a minha mão enquanto eu estava lá estatelada. Do Robson, que cuidou pro meu pé não encostar no chão. Da Aline, que comprou croissant de chocolate pra eu me animar um pouco. Enfim, todos que ligaram, mandaram email, mensagem, fizeram pensamento positivo. Fico até emocionada de ver isso. São as minhas raízes nascendo no Rio de Janeiro.
A última, e mais curiosa, é que depois desse furacão todo ainda arrumei jeito de ir na minha consulta com o oftalmo. Lá descobri que minha miopia aumentou, mas só meio grau em cada olho! Saindo de lá, decidi mandar fazer os óculos novos na ótica mais próxima, por causa das minhas óbvias limitações de locomoção. Entrei numa, e, é claro, contei o que tinha acontecido, porque o vendedor certamente percebeu que eu estava "levemente" mancando. Perguntei pra ele os tipos de lentes, e ele me deu três valores. Escolhi o do meio, nem melhor, nem pior. Mas o que eu não contava era que o vendedor ia se solidarizar com a minha história, e me dar a lente melhor pelo preço da que eu havia escolhido, uns 100 reais mais barata!! Iupi! Assim fechei o dia bem.
Ufa, falei demais.
Agora vou começar a pensar numa posição confortável pra dormir...
E rezar pra que não seja nada de mais grave comigo...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Digno de nota
Hoje eu cortei o cabelo!
Depois de passar 6 anos morando em Porto Alegre e cortando o cabelo em Erechim - com o mesmo cabeleireiro já há uns 10 anos - eu finalmente consegui! Cortei o cabelo aqui no Rio, num salão sem indicação, às escuras mesmo! Quanta evolução!
Upa pra mim!
E sabe que nem foi tão difícil?
É, quebrando paradigmas...
Depois de passar 6 anos morando em Porto Alegre e cortando o cabelo em Erechim - com o mesmo cabeleireiro já há uns 10 anos - eu finalmente consegui! Cortei o cabelo aqui no Rio, num salão sem indicação, às escuras mesmo! Quanta evolução!
Upa pra mim!
E sabe que nem foi tão difícil?
É, quebrando paradigmas...
domingo, 13 de julho de 2008
"The cup is raised, the toast is made yet again"
Hoje acordei feliz, depois de semanas com uma nuvem cinza sobre a minha cabeça.
Enfim acho que meu inverno está no final.
Mas eu credito uma parte do meu mau humor aos meus recém adquiridos "problemas gástricos".
O médico passou pra mim uma dieta nada atraente, e, quase um mês depois de começá-la, eu enchi o saco... aí dei uma saidinha aqui, outra ali, mais uma acolá, até que chutei o balde de vez e passei uma semana ignorando a dieta... E aprendi a duras penas qual o motivo disso tudo... Sexta-feira passei tão mal quanto na primeira vez, quando descobri a gastrite. Não conseguia nem parar de pé. Fui no médico da empresa, que me passou um sermão e me explicou a importância de seguir rigorosamente a dieta nos primeiros NOVENTA DIAS (affff!), pra garantir a cicatrização do meu estômago, e pra que eu possa ter uma vida normal depois. Enfim, fiquei lá deitada numa salinha de observação, e o médico não quis me dar medicação por via oral, por motivos óbvios. Só que ele não contava que a enfermeira, após me furar 4 VEZES com a agulha, não conseguiria achar uma veia (poxa vida, logo eu que sou semi-transparente de tão branca! Me poupe!). Enfim, vim pra casa de meio-dia e fiquei bem quietinha, até de noite.
Aí os guris vieram aqui em casa e fizeram um fondue (estava lindo e cheiroso, mas é claro que eu não comi!). Mas valeu pelas milhões de risadas, porque o Rafael estava num dia ultra inspirado!
Bom, a outra parte do meu mau humor eu devo a vários sapos que eu vinha engolindo ultimamente... Mas eu tratei de colocá-los pra fora, e estou bem aliviada agora.
A ponto de acordar cedo hoje e pegar minha bici (já estava empoeirada, tadinha...) e dar aquela volta! Fiquei por Copacabana mesmo, e já pude notar que estou beeeem fora de forma... mas que nada. Valeu pelo ventinho no rosto, pelo sol pra tirar o mofo. Também parei e sentei numa sombra e me diverti com as peripécias de um pai cuidando sozinho de umas 8 crianças! Coitado, deu até pena, mas rendeu boas risadas!
Vim pra casa "sem pernas" de tão cansada, mas foi bom. No caminho pro almoço já aproveitei pra comprar mais um livro, este indicado pela Joana: O amor nos tempos do cólera, de Gabriel García Márquez.
Agora estou aqui assistindo "Robôs" na Globo e me ensaiando pra estudar, já que amanhã, como sempre, tem prova!
Espero conseguir enfrentar os dias com mais leveza from now on.
No quesito música, uma muito suave que tenho escutado ultimamente da Carla Bruni (sim, sim a primeira dama da França, mas que, antes disso é uma EXCELENTE cantora). Esta música está em versão em inglês na propaganda do Peugeot 307 Sedan, cantada pela Patrícia Coelho.
Quelqu'un qui m'a dit - Carla Bruni
"On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos chagrins il s'en fait des manteaux
Pourtant quelqu'un m'a dit...
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serait ce possible alors ?"
Enfim acho que meu inverno está no final.
Mas eu credito uma parte do meu mau humor aos meus recém adquiridos "problemas gástricos".
O médico passou pra mim uma dieta nada atraente, e, quase um mês depois de começá-la, eu enchi o saco... aí dei uma saidinha aqui, outra ali, mais uma acolá, até que chutei o balde de vez e passei uma semana ignorando a dieta... E aprendi a duras penas qual o motivo disso tudo... Sexta-feira passei tão mal quanto na primeira vez, quando descobri a gastrite. Não conseguia nem parar de pé. Fui no médico da empresa, que me passou um sermão e me explicou a importância de seguir rigorosamente a dieta nos primeiros NOVENTA DIAS (affff!), pra garantir a cicatrização do meu estômago, e pra que eu possa ter uma vida normal depois. Enfim, fiquei lá deitada numa salinha de observação, e o médico não quis me dar medicação por via oral, por motivos óbvios. Só que ele não contava que a enfermeira, após me furar 4 VEZES com a agulha, não conseguiria achar uma veia (poxa vida, logo eu que sou semi-transparente de tão branca! Me poupe!). Enfim, vim pra casa de meio-dia e fiquei bem quietinha, até de noite.
Aí os guris vieram aqui em casa e fizeram um fondue (estava lindo e cheiroso, mas é claro que eu não comi!). Mas valeu pelas milhões de risadas, porque o Rafael estava num dia ultra inspirado!
A ponto de acordar cedo hoje e pegar minha bici (já estava empoeirada, tadinha...) e dar aquela volta! Fiquei por Copacabana mesmo, e já pude notar que estou beeeem fora de forma... mas que nada. Valeu pelo ventinho no rosto, pelo sol pra tirar o mofo. Também parei e sentei numa sombra e me diverti com as peripécias de um pai cuidando sozinho de umas 8 crianças! Coitado, deu até pena, mas rendeu boas risadas!
Vim pra casa "sem pernas" de tão cansada, mas foi bom. No caminho pro almoço já aproveitei pra comprar mais um livro, este indicado pela Joana: O amor nos tempos do cólera, de Gabriel García Márquez.
Agora estou aqui assistindo "Robôs" na Globo e me ensaiando pra estudar, já que amanhã, como sempre, tem prova!Espero conseguir enfrentar os dias com mais leveza from now on.
No quesito música, uma muito suave que tenho escutado ultimamente da Carla Bruni (sim, sim a primeira dama da França, mas que, antes disso é uma EXCELENTE cantora). Esta música está em versão em inglês na propaganda do Peugeot 307 Sedan, cantada pela Patrícia Coelho.
Quelqu'un qui m'a dit - Carla Bruni
"On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.
On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos chagrins il s'en fait des manteaux
Pourtant quelqu'un m'a dit...
Que tu m'aimais encore,
C'est quelqu'un qui m'a dit que tu m'aimais encore.
Serait ce possible alors ?"
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Eu e o Band-aid
Hoje cortei o dedo (é, digamos que foi um coisa bem besta, mas enfim...)
e me dei conta de como é difícil abrir um band-aid com uma só mão!!!
Meu dedo estava sangrando muito (porque dedos sangram tanto? Que desagradável!) e por isso estava segurando ele acima da cabeça, bem lá no alto (algo em meus 5 anos de engenharia me dizia que assim sangraria menos), enquanto tentava colocar um band-aid.
Problema 1: tirar o dito cujo da caixinha. Nem preciso dizer que, quando com uma mão consegui tirar um da caixa, todos os outros voaram pro chão!
Problema 2: abrir o infeliz! Ave Maria, porque aquela cola é tão forte? Tentei abrir usando habilmente uma das mãos e a boca, quando rasgou a abinha que serve para abrir. Nisso, rasguei a lateral da embalagem com os dentes, super prático.
Problema 3: Tcharam, o danado escapuliu da embalagem e voou suavemente, parando DEBAIXO DA MINHA ESCRIVANINHA! E o dedo lá, sangrando!
Problema 4: Ao juntar o band-aid do chão, em mais um show de habilidade, tirei uma das abinhas que protegem a cola, e, surpresa, ela se auto-grudou, inutilizando todo aquele lado. Minha sorte é que meu dedo é fino e o outro lado foi suficiente para dar toda a volta!
E tudo isso com a mão pra cima e o dedo sangrando!
Praticamente uma artista de circo!
e me dei conta de como é difícil abrir um band-aid com uma só mão!!!
Meu dedo estava sangrando muito (porque dedos sangram tanto? Que desagradável!) e por isso estava segurando ele acima da cabeça, bem lá no alto (algo em meus 5 anos de engenharia me dizia que assim sangraria menos), enquanto tentava colocar um band-aid.
Problema 1: tirar o dito cujo da caixinha. Nem preciso dizer que, quando com uma mão consegui tirar um da caixa, todos os outros voaram pro chão!
Problema 2: abrir o infeliz! Ave Maria, porque aquela cola é tão forte? Tentei abrir usando habilmente uma das mãos e a boca, quando rasgou a abinha que serve para abrir. Nisso, rasguei a lateral da embalagem com os dentes, super prático.
Problema 3: Tcharam, o danado escapuliu da embalagem e voou suavemente, parando DEBAIXO DA MINHA ESCRIVANINHA! E o dedo lá, sangrando!
Problema 4: Ao juntar o band-aid do chão, em mais um show de habilidade, tirei uma das abinhas que protegem a cola, e, surpresa, ela se auto-grudou, inutilizando todo aquele lado. Minha sorte é que meu dedo é fino e o outro lado foi suficiente para dar toda a volta!
E tudo isso com a mão pra cima e o dedo sangrando!
Praticamente uma artista de circo!
quarta-feira, 23 de abril de 2008
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Uma pessoa insatisfeita sempre está disposta a agir.
E assim, cá estou eu com minha querida internet banda larga!
Ahhhhh, a internet!
Foi necessária uma derrota na queda de braço entre nós, reles mortais consumidoras, e a lerdeza típica do setor de serviços do Rio de Janeiro. Aliás, isto daria um capítulo a parte.
De qualquer forma, descobri que a Oi consegue ser mais lerda que a Brasil Telecom - queridos conterrâneos, rezem pra que a Oi não tome conta por aí. Eu pensei a respeito e acho que a empresa poderia se chamar "Tchau". Mas não sei se ia colar....
Anyway, novamente conto com as facilidades da vida moderna!
Pensando sobre este período de trevas informativas, cheguei à conclusão que um pouco de alienação não faz mal a ninguém.
Isto porque, não sei se cheguei a comentar, mas minha preciosa TV branca de cerca de 8" não me acompanhou na empreitada carioca, sendo que, desde que saí do hotel pra habitar meu novo lar, não mais entraram ondas televisivas na minha mente.
Fora isso, não tenho comprado jornais, e tenho feito questão de, nas horas livres- poucas-, ler coisas que esvaziem a minha cabeça.
Desde então, não existe mais dengue - calma gente, nem por isso abandonei o repelente! - nem violência no Rio de Janeiro. Quando muito escuto algum comentário futebolístico ou sobre o caso da menina Isabella. É o máximo de informação que tenho recebido, e tenho vivido muito bem assim, sem política nem economia, com um pouco de ignorância, sim!
Um viva para a ignorância consentida!
Porém, apesar de o setor de serviços de uma das mais visitadas cidades deste país ser um lixo, as opções culturais me deixam zonza. Até Tangos e Tragédias já se apresentou aqui desde que cheguei. Logo na primeira semana também teve show do Nando Reis, e me cortou o coração não poder ir. Uma porque eu estava ainda completamente perdida na cidade e outra porque era lá Barra da Tijuca, e acreditem, isto é muito longe.
Semana passada, para minha surpresa (já que em Porto há cerca de um show do Nando Reis por ano!), novo show dele, desta vez em um teatro na praia do Flamengo, umas 15 vezes mais perto que a Barra! E lá fui eu me deleitar........ e ter certeza de que irei em mais quantos shows dele conseguir! Aí vai a única foto não tremida:
Bom, agora já sou uma habitante de Copacabana, e dentro das vantagens de morar aqui há que se citar a proximidade com a praia de Ipanema. Como não canso de dizer, um lugar muuuito feio...
Apenas duas ressalvas:
1) Toda vez que alguém diz "vamos pra Ipanema" ou algo do gênero, começa a tocar Garota de Ipanema na minha cabeça. É.... um dia eu hei de superar.
2) O mar é EXTREMAMENTE violento. Sério. Eu nunca tive medo de água, pra desespero da minha mãe. Mas aqui não dá. Na primeira - e última - vez que entrei no mar de Ipanema, tomei três caldos consecutivos. No terceiro eu já nem estava mais preocupada se meu biquini ainda estava lá pra contar a história. Eu achei que não ia mais sair de lá. Pra completar, quando pensei "agora vai", uma derradeira onda me deu uma rasteira e caí de bunda no chão. É que já não bastava de humilhação!
Mas que nada, só uns dois quilos de areia dentro do biquini (que resistiu bravamente!) e um belo torcicolo ao longo da semana!
Ah, matei um pouco da saudade do Sul!
Me decepcionei com a falta de frio! Pô, 28ºC não dá!
Mas também confesso que não fui uma visitante exemplar, e me entoquei em casa...
No mais, tudo correndo dentro do esperado.
Voando em velocidade de cruzeiro!
Amigos, desculpem se este post foi cansativo, mas as novidades eram muitas!
Pretendo ainda rechear melhor este blog com fotos, mas que quero escolher cuidadosamente.
(por enquanto cobertura de imagens mais generosa no Orkut)
E a trilha desta vez não poderia ser outra:
"Estranho é pensar que o bairro das
Laranjeiras satisfeito sorri
quando chego ali
e entro no elevador
Aperto o doze que é o seu andar
não vejo a hora de te reencontrar
pra continuar aquela conversa
que não terminamos ontem
ficou pra hoje..."
E assim, cá estou eu com minha querida internet banda larga!
Ahhhhh, a internet!
Foi necessária uma derrota na queda de braço entre nós, reles mortais consumidoras, e a lerdeza típica do setor de serviços do Rio de Janeiro. Aliás, isto daria um capítulo a parte.
De qualquer forma, descobri que a Oi consegue ser mais lerda que a Brasil Telecom - queridos conterrâneos, rezem pra que a Oi não tome conta por aí. Eu pensei a respeito e acho que a empresa poderia se chamar "Tchau". Mas não sei se ia colar....
Anyway, novamente conto com as facilidades da vida moderna!
Pensando sobre este período de trevas informativas, cheguei à conclusão que um pouco de alienação não faz mal a ninguém.
Isto porque, não sei se cheguei a comentar, mas minha preciosa TV branca de cerca de 8" não me acompanhou na empreitada carioca, sendo que, desde que saí do hotel pra habitar meu novo lar, não mais entraram ondas televisivas na minha mente.
Fora isso, não tenho comprado jornais, e tenho feito questão de, nas horas livres- poucas-, ler coisas que esvaziem a minha cabeça.
Desde então, não existe mais dengue - calma gente, nem por isso abandonei o repelente! - nem violência no Rio de Janeiro. Quando muito escuto algum comentário futebolístico ou sobre o caso da menina Isabella. É o máximo de informação que tenho recebido, e tenho vivido muito bem assim, sem política nem economia, com um pouco de ignorância, sim!
Um viva para a ignorância consentida!
Porém, apesar de o setor de serviços de uma das mais visitadas cidades deste país ser um lixo, as opções culturais me deixam zonza. Até Tangos e Tragédias já se apresentou aqui desde que cheguei. Logo na primeira semana também teve show do Nando Reis, e me cortou o coração não poder ir. Uma porque eu estava ainda completamente perdida na cidade e outra porque era lá Barra da Tijuca, e acreditem, isto é muito longe.
Semana passada, para minha surpresa (já que em Porto há cerca de um show do Nando Reis por ano!), novo show dele, desta vez em um teatro na praia do Flamengo, umas 15 vezes mais perto que a Barra! E lá fui eu me deleitar........ e ter certeza de que irei em mais quantos shows dele conseguir! Aí vai a única foto não tremida:
Apenas duas ressalvas:1) Toda vez que alguém diz "vamos pra Ipanema" ou algo do gênero, começa a tocar Garota de Ipanema na minha cabeça. É.... um dia eu hei de superar.
2) O mar é EXTREMAMENTE violento. Sério. Eu nunca tive medo de água, pra desespero da minha mãe. Mas aqui não dá. Na primeira - e última - vez que entrei no mar de Ipanema, tomei três caldos consecutivos. No terceiro eu já nem estava mais preocupada se meu biquini ainda estava lá pra contar a história. Eu achei que não ia mais sair de lá. Pra completar, quando pensei "agora vai", uma derradeira onda me deu uma rasteira e caí de bunda no chão. É que já não bastava de humilhação!
Mas que nada, só uns dois quilos de areia dentro do biquini (que resistiu bravamente!) e um belo torcicolo ao longo da semana!
Ah, matei um pouco da saudade do Sul!
Me decepcionei com a falta de frio! Pô, 28ºC não dá!
Mas também confesso que não fui uma visitante exemplar, e me entoquei em casa...
No mais, tudo correndo dentro do esperado.
Voando em velocidade de cruzeiro!
Amigos, desculpem se este post foi cansativo, mas as novidades eram muitas!
Pretendo ainda rechear melhor este blog com fotos, mas que quero escolher cuidadosamente.
(por enquanto cobertura de imagens mais generosa no Orkut)
E a trilha desta vez não poderia ser outra:
"Estranho é pensar que o bairro das
Laranjeiras satisfeito sorri
quando chego ali
e entro no elevador
Aperto o doze que é o seu andar
não vejo a hora de te reencontrar
pra continuar aquela conversa
que não terminamos ontem
ficou pra hoje..."
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