E não é que querer dessa vez foi igual a poder??
Atualizando o post abaixo: eu não só QUERO MUITO, como VOU NO SHOW DO U2!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Tô que nem pinto no lixoooooo! hahahha
Confesso que eu já tinha até desencanado, porque em 2006 foi uma derrota (uma madrugada inteira tentando comprar ingresso no site e no telefone, sem sucesso...). Quando liberaram a venda de ingressos no dia 7, às 23h o site já não carregava, sendo que a venda começaria só meia noite. Entre 0h e 1h30, nada, nada... Finalmente, quando consegui entrar no site, tudo esgotado. Pensei "relaxa, isso já era previsto...".
Mas, nem tudo estava perdido! Um colega do trabalho, que estava de férias, foi pra um dos pontos de venda aqui do Rio e conseguiu comprar. Simples assim!
(Escrevendo o post e assistindo ao Go Home, que é pra entrar no clima)
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Ferrada pelos próximos 2 anos... E feliz!
Ai gente, tanta coisa...
Sempre digo, é eu botar os pés em São Paulo que alguma coisa acontece, e eu acabo tendo que comemorar sozinha (chaaaato). Cheguei em São Paulo na terça, pra participar do Open Innovation Seminar 2010 (aliás, eu adoro esses eventos de inovação, sempre dão uma refrescada nas ideias), e, finalmente recebi a boa notícia que eu tanto batelhei pra ter: fui aprovada no processo seletivo para o mestrado acadêmico em administração da PUC-RIO!!!
Quando eu "divulguei" essa notícia para as pessoas da família e no twitter (me segue aí: @clarissapc), fui recebida com muitos "eu já sabia". Na maioria das vezes, as pessoas otimistas, simpáticas e gentis que me cercam acreditam mais na minha capacidade do que eu mesma. Mas é porque eu tenho algo muito forte dentro de mim, que me faz agir dessa forma. Vocês nunca me verão contando com o ovo dentro da galinha.
Desde que eu resolvi me embrenhar neste processo seletivo, as pessoas tinham "n" argumentos para certificar que eu não devia temer, pois "já estava dentro". "És tão inteligente, dedicada", "trabalhas numa empresa que tem dinheiro, ninguém em sã consciência rejeitaria uma aluna assim", "para, Clarissa, qual foi o processo seletivo que não passaste até hoje?", "és especialista em fazer provas", e por aí vai.
Pode ser, pode ser que eu me subestime. Mas não adianta, eu funciono assim. Pra mim, tem que ser na base do cagaço. Se eu não estiver com um pouco de medinho, eu perco o respeito e chuto o balde. Tenho muitos exemplos disso na faculdade. Em que matérias eu tirava A? Nas temidos Cálculos, Equações Diferenciais, Cálculo de Reatores, Controle de Processos, etc. E, em quais eu tirava B? Nas ridículas Higiene e Segurança do Trabalho, Física IV, Desenho II, ...
Também às vezes me dá uma certa indignaçãozinha dessa figura que as pessoas pintam de mim. Eu tenho sim uma certa facilidade para aprender, mas, gente, nada cai do céu. Pra me preparar pra prova da Anpad (pré requisito para entrar no mestrado), eu fiz um curso que me consumia todo tempo livre, saía da aula depois das 22h, estudava todo final de semana. Ralei mesmo e não tenho vergonha disso. O conhecimento não entra por osmose ou por transporte ativo. Entra estudando, esgotando as possibilidades. Eu nem sei quantas vezes simulei provas inteiras da Anpad em casa, cronometrando o tempo, exaurindo todos os tipos de questão.
Claro, eu também não entro num desafio pra perder. Tenho angústia de gente que quando ganha alguma coisa diz "eu nem esperava ganhar"... Então não entrou pra competir???
Ah, meus amigos e fiéis leitores, agora deixa tudo isso pra lá, que eu to é feliz, quero comemorar muito!!! Porque em janeiro começa a brincadeira de verdade, até agora foi só aquecimento!
Deixa eu dar um gostinho da minha comemoração particular em São Paulo, no hotel chiquéééérrimo onde eu fiquei hospedada:
Tava tão bom!
Sempre digo, é eu botar os pés em São Paulo que alguma coisa acontece, e eu acabo tendo que comemorar sozinha (chaaaato). Cheguei em São Paulo na terça, pra participar do Open Innovation Seminar 2010 (aliás, eu adoro esses eventos de inovação, sempre dão uma refrescada nas ideias), e, finalmente recebi a boa notícia que eu tanto batelhei pra ter: fui aprovada no processo seletivo para o mestrado acadêmico em administração da PUC-RIO!!!
Quando eu "divulguei" essa notícia para as pessoas da família e no twitter (me segue aí: @clarissapc), fui recebida com muitos "eu já sabia". Na maioria das vezes, as pessoas otimistas, simpáticas e gentis que me cercam acreditam mais na minha capacidade do que eu mesma. Mas é porque eu tenho algo muito forte dentro de mim, que me faz agir dessa forma. Vocês nunca me verão contando com o ovo dentro da galinha.
Desde que eu resolvi me embrenhar neste processo seletivo, as pessoas tinham "n" argumentos para certificar que eu não devia temer, pois "já estava dentro". "És tão inteligente, dedicada", "trabalhas numa empresa que tem dinheiro, ninguém em sã consciência rejeitaria uma aluna assim", "para, Clarissa, qual foi o processo seletivo que não passaste até hoje?", "és especialista em fazer provas", e por aí vai.
Pode ser, pode ser que eu me subestime. Mas não adianta, eu funciono assim. Pra mim, tem que ser na base do cagaço. Se eu não estiver com um pouco de medinho, eu perco o respeito e chuto o balde. Tenho muitos exemplos disso na faculdade. Em que matérias eu tirava A? Nas temidos Cálculos, Equações Diferenciais, Cálculo de Reatores, Controle de Processos, etc. E, em quais eu tirava B? Nas ridículas Higiene e Segurança do Trabalho, Física IV, Desenho II, ...
Também às vezes me dá uma certa indignaçãozinha dessa figura que as pessoas pintam de mim. Eu tenho sim uma certa facilidade para aprender, mas, gente, nada cai do céu. Pra me preparar pra prova da Anpad (pré requisito para entrar no mestrado), eu fiz um curso que me consumia todo tempo livre, saía da aula depois das 22h, estudava todo final de semana. Ralei mesmo e não tenho vergonha disso. O conhecimento não entra por osmose ou por transporte ativo. Entra estudando, esgotando as possibilidades. Eu nem sei quantas vezes simulei provas inteiras da Anpad em casa, cronometrando o tempo, exaurindo todos os tipos de questão.
Claro, eu também não entro num desafio pra perder. Tenho angústia de gente que quando ganha alguma coisa diz "eu nem esperava ganhar"... Então não entrou pra competir???
Ah, meus amigos e fiéis leitores, agora deixa tudo isso pra lá, que eu to é feliz, quero comemorar muito!!! Porque em janeiro começa a brincadeira de verdade, até agora foi só aquecimento!
Deixa eu dar um gostinho da minha comemoração particular em São Paulo, no hotel chiquéééérrimo onde eu fiquei hospedada:
Tava tão bom!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Amy Winehouse no RJ - EU VOU!
Pra dar uma relaxada e desencanar um pouco dessa violência toda, resolvi investir em papéis de alto risco (quase uma mestranda em administração que sou - aliás, resultado da seleção sai sexta!).
Explico: comprei 2 ingressos pro show da Amy Winehouse!!!!
To feliz, eu adoro a voz dessa louca.
Quer garantir seu ingresso? Clica na imagem!
Violência no Rio - Here we go again...
Ai gente...
E, depois de uma segunda-feira cheia de dor, com um mau humor infernal, eu estava desde ontem toda zen, depois que o Zeca cuidou de mim, preparou bolsa de água quente pras minhas costas, me deu carinho e tals.
Tava até planejando um post dizendo que as coisas estavam clareando, e ia até colocar essa foto aqui e pregar o "let the sun shine in"...
Mas aí, veio a realidade, e BOOOOM!!!
É, o Rio de Janeiro tem dessas coisas. E não deveria ser normal. Estou muito angustiada, porque o governo repete igual uma matraca que são casos isolados, sem nenhuma ligação.
Mas e agora, desde que a polícia vem tomando os morros, o que restou aos bandidos? A união, que, a meu ver, está aí escancarada, pro mundo inteiro testemunhar.
Ou vai me dizer que virou moda tocar fogo em carros e ônibus, trancar ruas em todas as regiões da cidade, só, assim, pra dar risada?
O Zeca diz que é pra eu não me preocupar nem me assustar tanto, mas não dá, eu não consigo tocar a rotina como se não estivesse acontecendo nada. O pior é que agora toda a polícia está na rua, e os ataques continuam.
Até quando? Até quando morar no Rio de Janeiro significará conviver com essa bipolaridade (tá tranquilo, tá violento, tá tranquilo, tá violento,...)?
To angustiada, chateada, apavorada e, principalmente, cansada. (e, digamos que o vizinho do lado martelando a parede não tá melhorando a situação).
Preciso de férias.
(Montagem com fotos do G1 e manchetes do G1, New York Times, Folha e La Nación)
E, depois de uma segunda-feira cheia de dor, com um mau humor infernal, eu estava desde ontem toda zen, depois que o Zeca cuidou de mim, preparou bolsa de água quente pras minhas costas, me deu carinho e tals.
Tava até planejando um post dizendo que as coisas estavam clareando, e ia até colocar essa foto aqui e pregar o "let the sun shine in"...
Mas aí, veio a realidade, e BOOOOM!!!
É, o Rio de Janeiro tem dessas coisas. E não deveria ser normal. Estou muito angustiada, porque o governo repete igual uma matraca que são casos isolados, sem nenhuma ligação.
Oi? Oiiiiii???????
Lembro que quando eu vim para o Rio, existia um equilíbrio muito claro: os traficantes brigavam entre eles pelo domínio dos morros. Enquanto isso acontecia, eles se matavam entre eles e nutriam um ódio mútuo que impedia a organização de algo como o PCC de SP.
Ou vai me dizer que virou moda tocar fogo em carros e ônibus, trancar ruas em todas as regiões da cidade, só, assim, pra dar risada?
O Zeca diz que é pra eu não me preocupar nem me assustar tanto, mas não dá, eu não consigo tocar a rotina como se não estivesse acontecendo nada. O pior é que agora toda a polícia está na rua, e os ataques continuam.
Até quando? Até quando morar no Rio de Janeiro significará conviver com essa bipolaridade (tá tranquilo, tá violento, tá tranquilo, tá violento,...)?
To angustiada, chateada, apavorada e, principalmente, cansada. (e, digamos que o vizinho do lado martelando a parede não tá melhorando a situação).
Preciso de férias.
(Montagem com fotos do G1 e manchetes do G1, New York Times, Folha e La Nación)
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Muita calma nessa hora
Outro ponto alto do feriadão com chuva foi o filme Muita Calma Nessa Hora!
Contagiante, apaixonante, ante, ante!!
Talvez pra quem mora no Rio seja mais ainda, mas eu recomendo que todo mundo assista, porque é muuuuuuito bom! Sabe aquele filme que deixa você leve, que te faz querer passar o resto do ano na praia? É isso mesmo que você vai encontrar. Adorei tudo, e a trilha sonora é especial.
Pra deixar um gostinho, primeiro vai o trailer:
E depois a música tema, que já grudou na minha cabeça!
Hair - de volta para a era de Aquário
Fomos sábado ao teatro assistir a versão brasileira do musical Hair.
Pra quem não sabe do que se trata, o negócio é o seguinte (estou com uma preguicinha de escrever então copiei o texto do http://www.moellerbotelho.com.br/cartaz):
"Em plena Guerra do Vietnã, o mundo experimentava as dores e as delícias da época: a descoberta de drogas como LSD, o amor livre, o rock psicodélico, a filosofia oriental e o estilo de vida dos hippies. Por outro lado, assistia ao primeiro conflito internacional televisionado e se indignava com os horrores da segregação racial e sexual. Neste verdadeiro caldeirão de acontecimentos, Hair estreava em um pequeno teatro off-Broadway, em 1967. Não precisou de muito tempo para se tornar um fenômeno, migrar para o circuito principal e se propagar em dezenas de montagens ao redor do planeta.
Hoje, mais do que um espetáculo teatral, Hair é um mito. Com a passagem do tempo, o musical se tornou ao mesmo tempo espelho e uma das principais referências do movimento cultural e comportamental que mudou o mundo nas décadas de 60 e 70. Este acontecimento teatral sem precedentes vai aportar novamente por aqui, mais de 40 anos depois da única e lendária montagem nacional. A partir de 5 de novembro, Charles Möeller e Claudio Botelho vão mostrar ao público a novíssima versão brasileira de Hair, no palco do Oi Casa Grande. A empreitada tem produção da Aventura Entretenimento (A Noviça Rebelde, O Despertar da Primavera, Gypsy) e patrocínio da SulAmérica Seguros e Previdência e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.
Símbolo de uma época, Hair não se tornou um fenômeno com validade, o que foi recentemente comprovado pelo sucesso de duas remontagens (2009-2010), na Broadway e em Londres. Ainda vivemos em guerra e os conflitos são muito parecidos e tão assustadores e sem sentido como o do Vietnã. Da mesma forma que ainda somos cheios de tabus e vivemos na intolerância. O grito de Hair continua ecoando, justifica Charles Möeller, que ressalta ainda todas as rupturas promovidas pelo espetáculo original, com texto de Gerome Ragni e James Rado e música de Galt MacDermot. Entre as novidades, estavam as cenas de i nteração com a plateia, o fato de os atores se dirigirem diretamente ao público, a ausência de cenário, de uma coreografia formal e uma emblemática cena de nudez frontal.
Os autores estavam no lugar certo e na hora certa. Eles encenaram exatamente o que estavam vivendo, colocaram em letra e música aquilo que todos queriam falar. Não fizeram um musical, mas o manifesto de toda uma geração. Canções como Aquarius viraram hinos até hoje, explica Claudio Botelho. Para ele, a música é um dos fatores determinantes para a empatia do espetáculo com a plateia. A comunicação imediata é garantida pela mistura do rock a principal voz dos jovens na época com diversas sonoridades, como a música negra, que ainda não era divulgada para as massas, mantras orientais, letras psicodélicas e influências de música tribal."
Posso dizer que gostei muito, e o mais interessante é imaginar o quanto esta peça chocou na época em que foi encenada pela primeira vez. Os números musicais são ótimos, e, de uma maneira geral, o enredo é bem menos pesado do que eu imaginava, tendo vários momentos bem humorados. Só um aviso aos púdicos de plantão: o elenco inteiro fica nu em determinado momento. Então, se você não tem estômago pra isso...
Serviço:
Teatro Oi Casa Grande
Avenida Afrânio de Mello Franco, 290, Leblon
De quinta e sexta, às 21h.
Sábados 21:30h.
Domingos, às 19h.
Preços:
Quintas e sextas
Camarote R$ 120,00
Platéia Vip R$ 120,00
Platéia Setor 1 R$ 100,00
Balcão Setor 2 R$ 80,00
Balcão Setor 3 R$ 40,00
Sábados e domingos
Camarote R$ 150,00
Platéia Vip R$ 150,00
Platéia Setor 1 R$ 120,00
Balcão Setor 2 R$ 100,00
Balcão Setor 3 R$ 60,00
Horários da Bilheteria:
Terça e quarta das 15h às 20h, quinta e sexta 15h às 21h, sábados 12h às 21h30, domingos 12h às 19h.
Ingressos pela Internet: www.ingresso.com
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Dias de luta
Hoje é um dia daqueles em que a velocidade do meu raciocínio está anos-luz na frente do meu poder de agir.
Pensei em muitas coisas, queria escrever sobre diversos assuntos aqui no blog, mas agora estou aqui diante da página em branco com uma bela confusão de ideias. Ontem saiu o resultado da 2ª etapa de seleção do mestrado, e hoje pela manhã chegou o livro que eu comprei por indicação do meu futuro (e queridíssimo) orientador. Com isso me bateu uma super energia interior e eu pensei "vou começar a ler o livro hoje mesmo!!!!".
Mas aí, as coisas tomaram outro rumo. No trabalho está tudo muito nebuloso porque eu simplesmente não consigo parar na frente do meu computador para fazer o que precisa ser feito. Tudo o que eu faço é ir de uma reunião pra outra freneticamente, concatenando assuntos, sem nem separar alhos de bugalhos, e só acumulando pendências.
Aí o que me resta no fim do dia é chegar em casa acabada e sem vontade de fazer nada... Hoje ainda teve requintes de crueldade, porque tive que ir numa clínica lá no Leblon para fazer uma ressonância na coluna.
E cadê a energia pra ler meu livro novo? Cadêê? Ultimamente, tudo o que eu consigo almejar nessa vida é: FÉÉÉÉÉRIAS!!! Não tá fácil... Aliás, eu sei que se fosse fácil não teria graça, mas também não precisava ser assim.
E, pra completar, hoje me bateu uma nostalgia VIOLENTA. Começou com uma música, que casualmente tocou no iPod hoje de manhã, indo para o trabalho. Bastou. Passei o dia sofrendo de saudades diversas, PRECISANDO muito de pessoas que a vida afastou de mim. E aí o vazio foi crescendo, tomando conta, e agora eu sou um imenso espaço vazio (antes fosse, porque aí pelo menos eu estaria magra rsrsrsrs).
"Quando se sabe ouvir
Não precisam muitas palavras
Muito tempo eu levei
Prá entender que nada sei"
Ou, já diziam os sábios Acústicos & Valvulados (ainda existe?):
É muita coisa em pouco tempo
Impossível controlar o movimento
Pensei em muitas coisas, queria escrever sobre diversos assuntos aqui no blog, mas agora estou aqui diante da página em branco com uma bela confusão de ideias. Ontem saiu o resultado da 2ª etapa de seleção do mestrado, e hoje pela manhã chegou o livro que eu comprei por indicação do meu futuro (e queridíssimo) orientador. Com isso me bateu uma super energia interior e eu pensei "vou começar a ler o livro hoje mesmo!!!!".
Mas aí, as coisas tomaram outro rumo. No trabalho está tudo muito nebuloso porque eu simplesmente não consigo parar na frente do meu computador para fazer o que precisa ser feito. Tudo o que eu faço é ir de uma reunião pra outra freneticamente, concatenando assuntos, sem nem separar alhos de bugalhos, e só acumulando pendências.
Aí o que me resta no fim do dia é chegar em casa acabada e sem vontade de fazer nada... Hoje ainda teve requintes de crueldade, porque tive que ir numa clínica lá no Leblon para fazer uma ressonância na coluna.
E cadê a energia pra ler meu livro novo? Cadêê? Ultimamente, tudo o que eu consigo almejar nessa vida é: FÉÉÉÉÉRIAS!!! Não tá fácil... Aliás, eu sei que se fosse fácil não teria graça, mas também não precisava ser assim.
E, pra completar, hoje me bateu uma nostalgia VIOLENTA. Começou com uma música, que casualmente tocou no iPod hoje de manhã, indo para o trabalho. Bastou. Passei o dia sofrendo de saudades diversas, PRECISANDO muito de pessoas que a vida afastou de mim. E aí o vazio foi crescendo, tomando conta, e agora eu sou um imenso espaço vazio (antes fosse, porque aí pelo menos eu estaria magra rsrsrsrs).
"Quando se sabe ouvir
Não precisam muitas palavras
Muito tempo eu levei
Prá entender que nada sei"
Ou, já diziam os sábios Acústicos & Valvulados (ainda existe?):
É muita coisa em pouco tempo
Impossível controlar o movimento
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